27/04/2017

Escrito na Água, de Paula Hawkins (opinião)



LANÇAMENTO MUNDIAL 02 DE MAIO

Opinião:
Agradeço à Topseller o Exemplar de Avanço de Escrito na Água, permitiu-me ler o livro antes do seu lançamento, tal como aconteceu com o livro A Rapariga no Comboio. 
Estava bastante curiosa em relação a este livro, e devo dizer que não me defraudou de todo, apesar de ser diferente, as semelhanças são no tipo de personagens femininas que a autora cria.
Escrito na Água, apresenta-nos um enredo intenso e um vasto leque de personagens, o que pode confundir a dada a altura o leitor com tantos nomes, por acaso não me aconteceu ficar baralhada, mas requer realmente concentração para não nos perdermos na história e nos personagens. E devo dizer que estão muito bem construídos, vamos acompanhando cada um em capítulos alternados e depois temos o espaço temporal na narrativa (que pessoalmente gosto muito), que começa com um excerto do O Poço das Afogadas, no ano de 1679, e depois vamos para o tempo actual, o que torna a narrativa intrigante.
Não vou falar das personagens, são muitas e todas tão diferentes, alguns tem telhados de vidro, e o cerne reside em se estar atento ao desenrolar da história e ao que cada uma delas nos diz sobre si e sobre o lugar onde residem, sobre os segredos que guardam, a culpa que transportam dentro de si, as recordações que vêm ao de cima, os mal-entendidos que podiam ter sido evitados, e é precisamente quando lentamente as revelações vão sendo feitas por camadas, que vamos ficando mais intrigados durante a leitura.
Claro que existe uma personagem que se destaca, viveu obcecada com a morte das raparigas no rio, ela investigava, e queria saber o que lhes aconteceu, até acabar por ser encontrada morta no mesmo lugar, e a pergunta a aqui é se terá sido assassinada ou se foi suicídio?
Devo dizer que adorei o cenário escolhido para o enredo deste livro, sombrio, com um rio que esconde segredos, que é conhecido como O Poço das Afogadas, cenário esse que autora soube tão bem explorar, houve momentos que quase me sentia dentro do livro, também como se passa num meio pequeno onde todos se conhecem, mas, não tão bem como pensam, pois no fundo é que ninguém é confiável, ajuda a que o enredo se torne mais misterioso.
Até dada a altura do livro pensava - gostei mais do livro anterior, porque o arranque é lento, mas depois conforme as revelações vão sendo feitas, umas atrás das outras, fui ficando cada vez mais agarrada e desconfiada, o que fez com que no fundo não saiba bem de qual gostei mais, pois são diferentes.
Se desconfiei do culpado? Sim desconfiei, mas não me desmotivou a continuar a ler, antes pelo contrário, porque a autora é eximia a prender o leitor através da sua escrita, dos capítulos curtos e do desmantelar das personagens. Quem gostou do livro A Rapariga no Comboio, vai gostar certamente de Escrito na Água, eu gostei e recomendo.

"Um passo de cada vez, até chegar à linha das árvores, um passo de cada vez, saindo do trilho, um pequeno tropeção pelo declive abaixo e, depois, um passo de cada vez, água adentro".


Paula Hawkins estará na Feira do Livro de Lisboa a 10 e 11 de Junho.



25/04/2017

Luis Sepúlveda regressa ao romance com "O Fim da História"


Título: O Fim da História 
Autor: Luis Sepúlveda  
Tradutor: Helena Pitta 
Págs.: 176 
PVP: 14,40 € 

Escritor chileno apresenta novo livro na  Feira do Livro de Lisboa a 10 e 11 de junho 

Oito anos depois de A Sombra do que Fomos, Luis Sepúlveda regressa ao romance com O Fim da História, que a Porto Editora publica a 4 de maio. A 10 e 11 de junho, o escritor passará por Lisboa para se reencontrar com os leitores na Feira do Livro.  Neste novo livro, Sepúlveda oscila entre a atualidade e os anos tensos do Comunismo Soviético, procurando desmascarar os perpetradores de crimes contra a Humanidade durante a ditadura chilena de Pinochet, e denunciar a tortura do regime e a luta armada que se seguiu à morte de Salvador Allende. Recuperando o protagonista de Nome de Toureiro (Porto Editora), apresenta-nos ainda uma história de resistência, amor e perseverança deste ex-guerrilheiro, Juan Belmonte, e de Verónica, a sua companheira.

SINOPSE 
Juan Belmonte, protagonista que já conhecemos em Nome de Toureiro, vive com a sua companheira, Verónica, no extremo sul do Chile. Ambos tentam escapar à sombra do que foram: ele, um guerrilheiro feito de muitas lutas por todo o continente americano; ela, uma dos milhares de vítimas torturadas na infame Villa Grimaldi, durante a ditadura de Pinochet.  Agora, uma voz do passado faz soar um alarme que é também uma chantagem. Um grupo de mercenários acaba de partir para Santiago a fim de resgatar Miguel Krassnoff, o mais cruel dos criminosos da ditadura do país que o acolheu e, simultaneamente, herdeiro do último comandante dos Cossacos – timoneiro ideal para a criação de um estado Cossaco independente dentro da Rússia. Belmonte terá de sabotar a missão deste comando, mas também ele tem uma palavra a dizer quanto ao destino reservado a Krassnoff, o único que torturava de cara descoberta… 

O AUTOR
Luis Sepúlveda nasceu em Ovalle, no Chile, em 1949.  Da sua vasta obra (toda ela traduzida em Portugal), destacam-se os romances O Velho que Lia Romances de Amor e História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar. Mas Mundo do Fim do Mundo, Patagónia Express, Encontros de Amor num País em Guerra, Diário de um Killer Sentimental ou A Sombra do que Fomos (Prémio Primavera de Romance em 2009), por exemplo, conquistaram também, em todo o mundo, a admiração de milhões de leitores.  Em 2016 foi galardoado com o Prémio Eduardo Lourenço.   

Obras de Luis Sepúlveda na Porto Editora: 
O Velho que Lia Romances de Amor Mundo do Fim do Mundo Nome de Toureiro Patagónia Express História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a Voar Encontrou de Amor num País em Guerra Diário de um Killer Sentimental As Rosas de Atacama A Lâmpada de Aladino A Sombra do Que Fomos Histórias Daqui e Dali Últimas Notícias do Sul História de um Gato e de um Rato que se Tornaram Amigos Palavras em Tempos de Crise História de um Caracol que Descobriu a Importância da Lentidão Uma Ideia de Felicidade (com Carlo Petrini) A Venturosa História do Usbeque Mudo História de um Cão Chamado Leal 

 

O Homem que Duvidava - O aclamado monstro literário, segundo o New York Times, chega a Portugal

Acaba de chegar a Portugal o bestseller do New York Times - O Homem que Duvidava, da autoria de Ethan Canin, pela chancela Minotauro. 
Canin, aclamado como um dos mais maduros autores americanos da sua geração, explora a natureza do génio, a rivalidade, a ambição e o amor ao longo de diversas gerações de uma família talentosa. 
 
O Homem que Duvidava é a mais recente obra do norte-americano Ethan Canin e conta-nos a história de Milo Andret, um génio matemático incompreendido, obcecado pela sua mente brilhante, e da sua família, iluminada e atormentada por este dom ao longo de diversas gerações. Considerado um dos melhores livros de 2016 segundo a Amazon, foi aclamado pelos críticos literários mais proeminentes, desde o The Guardian Books, que vê esta «ficção grandiosa» como «rara nos dias de hoje», até ao The New York Times Book Review, que o destaca como um «romance maravilhosamente bem escrito».

Milo Andret é dotado de uma mente extraordinária. Criança solitária entre as florestas do Michigan nos anos 1950, pouco valorizava o seu próprio talento. Contudo, após ingressar na Universidade de Berkeley, apercebe-se da extensão, e dos riscos, do seu dom tão singular. A Califórnia dos anos 1970, revela-se um jogo sedutor, desvelando a Milo o encanto da ambição, mas também da indulgência. A investigação que lá inicia elevá-lo-á à categoria de lenda; a mulher que lá conhece (assim como o seu arquirrival) atormentá-lo-á para o resto da vida. De facto, a verdade é que o brilhantismo de Milo se encontra finamente entrançado com um desejo obscuro que em breve ameaçará o seu trabalho, a sua família e até a sua própria vida.

O Homem que Duvidava narra o percurso de uma família, revelando que a ambição caminha de mãos dadas com a destrutividade, a obsessão namora com o tormento e o amor encanta-se com a dor.
O Homem que Duvidava é uma obra da chancela Minotauro, do Grupo Almedina, e encontra-se nas livrarias pelo pvp de 22.90€.

Críticas
«Esta é uma ficção grandiosa, séria e completamente envolvente, rara nos dias de hoje.», in The Guardian Books
«Um escritor brilhante que se superou a si mesmo.», in BBC
«Uma pérola!», in People (livro do mês)
«551 páginas de felicidade… devastadoras e maravilhosas… deslumbrantes! Acabamos a leitura com o desejo de repensar as nossas escolhas e relacionamentos. É raro um livro conseguir fazê-lo e é raro encontrar alegria nessa leitura.», in Esquire
«Um romance maravilhosamente bem escrito.», in The New York Times Book Review, Editor's Choice
«Brilhante.», in The Guardian
«Uma obra-prima.», in The Daily Mail (UK)

Sobre o autor
Ethan Canin nasceu em Ann Arbor, no Michigan. Talento precoce, chamou a atenção, logo na escola preparatória, de uma das professoras: a aclamada autora Danielle Steel.
O Homem que Duvidava é o seu livro mais recente, uma obra aclamada pela crítica, revelando-se um dos mais maduros autores americanos da sua geração.


21/04/2017

«O Rapaz Perverso» é o novo livro de Kate Summerscale

O Rapaz Perverso é o novo livro de Kate Summerscale 
Sobre o livro:
N.º de páginas
: 336
Data de lançamento: 21 de abril de 2017
PVP: € 17,70

Livro do Ano pelo The Guardian e Sunday Times 

Kate Summerscale é uma autora com diversos êxitos internacionais e obras premiadas, sendo o mais notório dos seus livros As Suspeitas do Sr. Whicher. A autora regressa agora com O Rapaz Perverso, um misto de thriller, investigação criminal, relato de uma época e história formativa.
Kate Summerscale faz uma pesquisa minuciosa e levanta temas apaixonantes, que explora com inteligência e paixão. Com uma narrativa elegante e ricamente detalhada, esta obra agarra de imediato o leitor, transportando-o à Londres da época Vitoriana para desvendar o mistério de uma criança assassina. 
Este livro tem como ponto de partida uma história verídica. Foi durante uma pesquisa pelos jornais de Londres da era vitoriana, enquanto procurava inspiração para escrever o seu novo livro, que Kate
Summerscale se deparou com a arrepiante história de um crime envolvendo Robert Coombes,  de 13 anos.
 
«Fortíssimo.» - Daily Telegraph -
«Verdadeiramente notável.» - Sunday Times - 

Sinopse:
Na manhã de segunda-feira, 8 de julho de 1895, Robert Coombes, de 13 anos, e o irmão Nattie, de 12, saem da sua casa térrea em Londres para irem ver um jogo de cricket. O pai tinha ido para o mar na sexta-feira anterior, disseram os rapazes aos vizinhos, e a mãe estava de visita a familiares em Liverpool. Ao longo dos dez dias seguintes, Robert e Nattie gastam dinheiro de maneira extravagante, empenhando os valores dos pais para irem ao teatro e à praia. Mas quando o sol incide em toda a sua força sobre a casa dos Coombes, um estranho cheiro começa a emanar dela.
Quando a polícia é finalmente chamada a investigar, a descoberta que faz lança a imprensa num frenesim de horror e alarmismo, e Robert e Nattie são arrastados para um julgamento que ficará célebre por lembrar a intriga das histórias «de faca e alguidar» que Robert adorava ler.
Um crime fascinante – não apenas um exame meticuloso de um caso chocante e como também um hino à capacidade extraordinária de um homem de ultrapassar o seu passado.

Sobre a autora:
Kate Summerscale é autora do best-seller internacional As Suspeitas do Sr. Whicher, vencedor de vários prémios e adaptado ao pequeno ecrã numa produção da BBC. Também foi membro do júri em diversos concursos literários, incluindo o Booker Prize. Vive em Londres.  

 

20/04/2017

Porto Editora: Uma fábula sobre o poder das ideias inovadoras em momentos de crise

Título: O nosso deserto está a mudar 
Autor: John Kotter e Holger Rathgeber 
Págs.: 136
PVP: 14,40 €

Uma fábula sobre o poder das ideias inovadoras em momentos de crise
Dez anos depois da publicação do bestseller O nosso icebergue está a derreter, chega um novo livro de John Kotter e Holger Rathgeber 

No próximo dia 27 de abril, a Porto Editora publica o novo livro de  John Kotter e Holger Rathgeber, O nosso deserto está a mudar.   Dez anos depois da publicação do bestseller O nosso icebergue está a derreter, os gurus da gestão e da liderança regressam com uma nova fábula que promete ajudar as empresas a ultrapassarem momentos de crise. Tomando como exemplo um grupo de suricatas – em que qualquer semelhança com humanos não é pura coincidência – Kotter e Rathgeber explicam o valor das ideias inovadoras e a razão pela qual o velho lugarcomum “é boa ideia, mas…”, que várias vezes justifica hábitos enraizados, pode ser fatal para as organizações.  Este é um livro fundamental para todos os que percebem que podem evoluir através da inovação e da mudança, antes que seja demasiado tarde. E nisso, as lições da fábula criada por John Kotter e Holger Rathgeber podem ser determinantes. 

SINOPSE  
Dez anos depois de O nosso icebergue está a derreter, os gurus da liderança e gestão John Kotter e Holger Rathgeber estão de regresso com um livro surpreendente. Desta vez, apresentam uma fábula que promete ajudar as empresas a ultrapassarem os momentos de crise.  
Era uma vez um simpático grupo de suricatas que vivia alegremente no deserto do Calaári, uma região inóspita no Sul do continente africano.  Depois de longos anos de estabilidade e crescimento, uma seca prolongada traz consigo a escassez de alimento e frequentes ataques de predadores, ameaçando a sobrevivência do grupo.  Inconformada com a situação e temendo pelo futuro de todos, Nadia, uma audaz jovem suricata, decide partir em busca de novas ideias e estratégias que possam ajudar a resolver os problemas do clã.  

OS AUTORES  
John Kotter, autor do bestseller internacional O nosso icebergue está a derreter, é professor jubilado da Harvard Business School e um guru da liderança e da mudança. Os seus livros foram publicados em dezenas de países e tornaram-se bestsellers um pouco por todo o Mundo. É fundador da Kotter International, uma empresa de consultoria especializada em ajudar gestores a transformarem as suas empresas. 
Holger Rathgeber desempenhou um cargo executivo na Becton Dickinson, uma das mais importantes empresas de tecnologia médica do Mundo, e é coautor do sucesso O nosso icebergue está a derreter. 

 

Resultado do Passatempo com Editorial Planeta

O blogue e a editora Planeta agradecem a todos os participantes do passatempo com o livro -  «A Rainha Subjugada», de Philippa Gregory

 O vencedor do passatempo foi o participante com o  número 101 no random.


Elsa Maria L. Martins
 
Parabéns à vencedora e desejos de uma boa leitura. 


Novidade Editorial Presença - A Pérola que Partiu a Concha, de Nadia Hashimi

A Pérola que Partiu a Concha
Nadia Hashimi 
Coleção: Grandes Narrativas
Nº na Coleção: 658
Data 1ª Edição: 20/04/2017
Páginas: 432
PVP: 19,90€

Cabul, 2007. Com um pai toxicodependente e sem um único irmão, Rahima e as irmãs só podem frequentar a escola esporadicamente e mal lhes é permitido sair de casa.

A Rahima, resta a esperança proporcionada pela bacha posh, uma prática antiga através da qual as raparigas podem ser tratadas como rapazes, e adotar o seu comportamento, até terem idade para casar. Como filho, ela pode ir à escola, ao mercado e sair à rua para acompanhar as irmãs mais velhas. Rahima não é a primeira da família a seguir esta prática pouco comum. Shekiba, sua trisavó, já o fizera um século antes para tentar salvar-se.

Os destinos das duas cruzam-se numa história, ao mesmo tempo, bela e triste que nos fala da condição feminina num ambiente hostil. O que acontecerá a Rahima quando tiver idade para se casar? Como sobreviverá? E Shekiba, terá ela conseguido construir uma vida nova e mais digna? A Pérola que Partiu a Concha é a história de duas mulheres que lutam para sobreviver no Afeganistão.


Citações: 
«Uma história de família, tenra e encantadora, que envolve várias gerações. Um retrato do Afeganistão em toda a sua glória enigmática e desconcertante. Um olhar sobre a luta ainda hoje travada pelas mulheres afegãs.» | Khaled Hosseini, autor de O Menino de Cabul 
«Não há nada como um romance que nos transporta para um mundo recriado na perfeição, abstraindo-nos de tudo o resto. A magnífica estreia literária de Nadia Hashimi oferece exatamente esse tipo de experiência enriquecedora.» | Washington Post
 
Sobre a autora:
Nadia Hashimi, de origem afegã, nasceu e cresceu nos EUA. Os seus pais abandonaram o Afeganistão na década de setenta, antes da invasão soviética. É formada em Biologia e em Medicina, com especialização em Pediatria. Depois de completada a formação em Medicina, conciliou a escrita com a sua profissão e estreou-se com o bestseller A Pérola Que Partiu a Concha, que tem os direitos vendidos para mais de dez países. Vive com o marido e os seus quatro filhos em Washington, D.C.
 
Pode ler mais sobre o livro no site da Editorial Presença  aqui
 
 
 

18/04/2017

Sextante Editora - Novo livro de Philippe Claudel - "A árvore dos Toraja"

Título: A árvore dos Toraja 
Autor: Philippe Claudel 
Págs.: 136 
PVP: € 15, 50 

Novo romance de Philippe Claudel

A árvore dos Toraja é um «romance vivo acerca da morte»
Os Toraja são um povo indonésio conhecido pela forma alegre como se relacionam com a morte e como sepultam os seus entes queridos. Philippe Claudel inspirou-se nesse espírito para escrever o seu novo romance, A árvore dos Toraja, sobre um cineasta que procura entender o lugar que a morte do seu melhor amigo ocupa na sua vida. Duas mulheres acompanham-no neste caminho de aprendizagem do luto e do envelhecimento, o cinema e a literatura iluminam esse caminho e o futuro.  Este livro chega às livrarias a 27 de abril com chancela da Sextante Editora e fala-nos de amizade, do amor que redime e da criação artística no cinema e literatura.

O LIVRO 
«O que são os vivos? À primeira vista tudo parece evidente. Estar com os vivos. Mas que significa isso, verdadeiramente, estar vivo? Quando respiro e caminho, quando como, quando sonho, estou inteiramente vivo? Quando sinto o calor doce de Elena estou mais vivo? Qual é o grau mais elevado de estar vivo?»  Um cineasta no meio da vida perde o seu melhor amigo e reflete sobre o papel que a morte ocupa na nossa existência. Entre duas mulheres maravilhosas, entre o presente e o passado, na memória dos rostos amados e na luz dos encontros inesperados, A árvore dos Toraja celebra as promessas da vida.  

O AUTOR 
Philippe Claudel é membro da Academia Goncourt e vive na Lorena, em França, onde nasceu em 1962. Romancista traduzido em todo o mundo, é também cineasta e dramaturgo.  

Sobre o livro: 
Depois da morte do seu melhor amigo, um cineasta mergulha na dúvida. Uma grande história entre dois homens. Le Figaro  
Phillippe Claudel assina um romance vivo, muito vivo mesmo, acerca da morte. La Presse 
Um romance em forma de interrogação metafísica sobre o lugar que ocupam os mortos nas nossas vidas. O Ocidente apressa-se a enterra-los e a apagar a sua existência. E no entanto os vivos são perseguidos pelos rumores dos seus fantasmas… Um narrador, de regresso a si mesmo através do amor, esquece os seus males e as suas feridas para se voltar para a vida. Claire Julliard, Le Nouvel Observateur 
A morte. A morte para melhor evocarmos a vida e os sentimentos que ela faz nascer em nós ao longo da nossa passagem pela terra.  Valérie Trierweiler, Paris-Match 
No centro dos seus pensamentos livres, na origem do desassossego contra o qual ele luta, fica o acontecimento que é a morte, «a força que os homens têm de sobreviver», a faculdade de «aprender a morrer», na qual acreditavam Sócrates e Montaigne, a capacidade de continuar a viver após a morte do outro. 
Nathalie Crom, Télérama   

 

Novidades Topseller


Repleto de perigo, suspense, emoção e erotismo, Escondida em Ti  irá conquistar os leitores.

Será possível viver a vida de outra mulher?
Quando os diários secretos de Rebecca chegam às mãos de Sara, ela não podia imaginar os segredos que contêm. Por entre histórias repletas de atos sexuais tão ilícitos como tentadores, Rebecca revela o medo de estar a correr perigo.
Decidida a descobrir o que aconteceu à misteriosa Rebecca, Sara entra no seu mundo. Quase sem dar por isso, sente que entrou também na sua vida. Ocupando o seu emprego, e privando com pessoas que a conheciam, acaba envolvida com um homem perigosamente parecido com aquele que Rebecca descreve nos seus diários.
Será que este mundo, onde Rebecca desapareceu, também vai engolir Sara? Quantos mais segredos Sara descobre, mais sensual e mais perigosa vai ficando a sua missão de encontrar Rebecca. E mais embrenhada ela vai ficando na vida da desaparecida.

Com um ritmo voraz e inebriante, Lisa Renee Jones oferece-nos um romance repleto de emoção e sensualidade, que irá agradar às fãs de J. Kenner, Maya Banks, Sylvia Day e E. L. James.

Sobre a autora:
Lisa Renee Jones, autora americana com vários livros publicados em géneros tão diferentes como o fantástico e o erótico, estreia-se em Portugal com Escondida em Ti.
Antes de se dedicar a tempo inteiro à escrita, dedicava-se ao empreendedorismo, chegando a dirigir uma empresa de recrutamento com sucursais em vários estados americanos. Com o seu marido, Diego, dedicou-se ainda à compra e venda de espaços de armazenamento, experiência essa que inspirou a história de Sara.
Saiba mais sobre a autora em: www.lisareneejones.com

Escondida em Ti está disponível nas livrarias (Ed. Topseller | 320 pp. | 17,69€)



Autora vencedora do Prémio RITA para Melhor Romance.
Depois de As Lições do Amor, já em 2.ª edição, e Um Desejo Inevitável, Lorraine Heath traz-nos uma nova história romântica e muito divertida, eleita pela Amazon melhor livro do mês na categoria de romance.
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«Lorraine Heath é mestre em enredos românticos, e este livro é um exemplo perfeito da sua habilidade em mergulhar na alma das suas personagens.» Publishers Weekly

Sobre o livro:
O plano de Rose é simples e já funcionou noutras ocasiões. Seduzir um homem abastado, envolvê-lo numa teia de mentiras, roubar-lhe uma quantia considerável de dinheiro e fugir.
Quando, numa festa, o duque de Avendale tenta seduzi-la, Rose encontra o seu alvo. Só que desta vez o seu plano de sedução toma um rumo inesperado. O duque é um homem atraente, fascinante, de personalidade forte e, pela primeira vez, Rose sente-se presa no seu próprio jogo de atração.
Mas Avendale não é nenhum tolo. Depois de descobrir que esta mulher encantadora está pronta para fugir de Londres, levando consigo o seu dinheiro, ele confronta-a com uma proposta escandalosa: ela poderá ficar com todo o dinheiro roubado... Se aceitar passar uma semana inteira na sua cama.


Bastará uma semana para acender a paixão e libertá-los do passado?

Sobre a autora:
Lorraine Heath é uma autora norte-americana, bestseller do New York Times e do USA Today, que conta com mais de 60 romances publicados.
Quando se licenciou em Psicologia pela Universidade do Texas, Lorraine não fazia ideia de que tinha acabado de ganhar uma base valiosíssima que lhe permitiria criar e descrever personagens invulgarmente realistas.
Por essa razão, os seus livros já foram nomeados e contemplados com inúmeros galardões, entre os quais o Prémio RITA para Melhor Romance Histórico, o Prémio Romantic Times Reviewers' Choice e, por duas vezes, o Prémio All About Romance para a mesma categoria.

Saiba mais sobre a autora em www.lorraineheath.com.

Uma Paixão de Vermelho já está disponível (Ed. Topseller | 320 pp.| 17,69€)



Novidade Topseller - Sobrevive, nas livrarias

Sobrevive
Alexandra Oliva
Páginas:352 
PVP: 17,69€
 
Uma distopia pós-apocalíptica em que a linha que separa a realidade e a reality tv se dissipa.

«Oliva escrutina brilhantemente as narrativas em que acreditamos, e as cem últimas páginas vão deixar o leitor a perguntar-se do que Zoo será capaz para chegar a casa.» Washington Post
«Oliva escreveu um livro que é brilhante no melhor dos sentidos: é capaz de acertar na cultura dos reality shows e na tradição distópica, mas sempre sem deixar que essa análise a impeça de contar uma boa história.» Kirkus Reviews
«Sobrevive conjuga de forma perfeita duas das nossas obsessões contemporâneas: a ameaça de uma catástrofe global e o drama encenado dos reality shows. Uma estreia imparável e inteligente.» Justin Cronin, autor de A Passagem

No começo, eram doze
Quando Zoo aceitou participar num programa de televisão, ela julgava que se tratava de um reality show. Sabia que ia ser testada até aos seus limites para bater os outros onze concorrentes em provas de sobrevivência, mas achou que valeria a pena. Depois das câmaras e dos desafios voltaria para casa, para formar uma família.

Mas o jogo parece não ter fim
Conforme os concorrentes vão quebrando, física ou psicologicamente, Zoo começa a questionar-se sobre a crescente dificuldade das provas. Pouco depois, dá por si sozinha. Todos os outros concorrentes desaparecem. As cidades vazias, os cenários grotescos. Porque é que o programa não acaba?

Descobrir a verdade é o princípio
O que estará a acontecer longe do olhar das câmaras? Zoo precisa de descobrir, e, acima de tudo, precisa de encontrar o caminho para casa de forma a retomar uma vida interrompida.

Sobre a autora:
Alexandra Oliva nasceu no estado de Nova Iorque e chegou a morar na sua capital, onde tirou um mestrado em escrita criativa na Universidade The New School. Durante esse período, conheceu o seu marido, serviu à mesa, deu explicações, aprendeu a escalar, e teve a ideia que haveria de resultar em Sobrevive.
Para que essa ideia se materializasse neste livro, que acabou por ser finalista dos Goodreads Choice Awards 2016, inscreveu-se num curso de sobrevivência de 14 dias da B.O.S.S. (Boulder Outdoor Survival School), que nunca teria tido coragem de frequentar de outra forma.
Em 2014, mudou-se com o marido para o noroeste dos Estados Unidos, onde vivem até hoje.
Descubra mais sobre a autora em www.alexandraoliva.com.