19/06/2018

Resultado dos Passatempos do 8º Aniversário do blogue

O Destante e as editoras agradecem a todos os participantes dos passatempos do 8º Aniversário do blogue!
Gostávamos muito de oferecer livros a todos, mas não é possível, assim sendo os vencedores são: 

A vencedora do passatempo com o livro da Presença é o número 121 no random.

 Maria de Fátima Figueiredo
 

A vencedora do passatempo com o livro da Porto Editora - Lição de Tango é o número 95 no random.

Maribel Conceição Gomes


A vencedora do passatempo com o livro da BIZÂNCIO é o número 81 no random.

 Ana Sofia Sousa Ventura


 O vencedor do passatempo com o livro da TOPSELLER é o número 107 no random.

 Rui Miguel do Rosário Alves


A vencedora do passatempo com o livro da Marcador é o número 99 no random.

Elisa Maria de Sousa Esteves
 

O vencedor do passatempo com o livro da Bertrand é o número 77 no random.

 Luis Alberto Cipriano

A vencedora do passatempo com o livro da Saída de Emergência  é o número 98 no random.

 Fernanda Maria Gonçalo Costa
 


A vencedora do passatempo com o livro da Porto Editora é o número 100 no random.

 André Daniel Cerejo da Silva
 

 A vencedora do passatempo com o livro da Planeta é o número 105 no random.

 Filipa Maria Dionísio Monteiro
 

A vencedora do passatempo com o livro da HarperCollins é o número 62 no random.

 Carmen Sofia Ricardo Mendes
 


Parabéns e obrigada a todos!!!
Uma excelente leitura.

18/06/2018

Planeta - Três Irmãs, Três Rainhas | Philippa Gregory


Novidade da série Os Tudor, os livros mais vendidos da autora em Portugal

Três Irmãs, Três Rainhas
PHILIPPA GREGORY
Páginas: 568 páginas
PVP: 21,95€
Nas livrarias a partir de 19 de junho

Autora best-seller de Romance Histórico

A história pouco conhecida de três mulheres Tudor unidas numa irmandade, mas compelidas a serem rivais enquanto cumprem os seus destinos como rainhas.
Mulheres fortes e determinadas, mas obrigadas a colocar os sentimentos de lado para o bem dos respectivos países.
Romance e ficção histórica num livro que pode ser lido de forma independente da série.


Três Irmãs, Três Rainhas de Philippa Gregory, prova uma vez mais que, por detrás do rosto aparentemente familiar da história, há uma história surpreendente: o das mulheres que lutam e influenciam o futuro da Europa, dos heróis reverenciados que cometem erros profundos e de uma história de amor que muda o destino de uma nação.
Três Irmãs, Três Rainhas é uma narrativa pouco conhecida dos Tudor, com as irmãs de Henrique VIII, Maria e Margarida, e a mulher, Catarina de Aragão, revelando os papéis fundamentais que estas três rainhas desempenharam no seu reinado, assumindo o papel de aliadas e inimigas.

Sinopse:
Quando Catarina de Aragão, infanta de Espanha, chega à corte Tudor, como jovem noiva de Artur, príncipe de Gales, a princesa Margarida não a recebe com cordialidade. Com um simples olhar sabem que são rivais, aliadas, peões.
Com a irmã mais nova de Margarida, Maria, forma-se uma irmandade única no mundo. As três irmãs tornar-se-ão rainhas de Inglaterra, Escócia e França.
Unidas através de lealdades familiares e afectos, as três rainhas encontram-se em lados opostos e umas contra as outras. Catarina comanda um exército contra Margarida e mata o marido Jaime IV da Escócia. Mas o filho de Margarida torna-se herdeiro do trono Tudor quando Catarina perde o filho. Maria rouba o marido proposto à viúva Margarida, mas Maria também fica viúva do seu casamento secreto por amor.
À medida que vivenciam traições, perigos, perda e paixão, as três irmãs percebem que a única constante nas suas vidas perigosas é o seu vínculo especial, mais poderoso do que qualquer homem, até mesmo o de um rei.

«Gregory cria heroínas atraentes e determinadas […] enérgicas, convincentes, vívidas e cativantes. Daily Express
«Gregory faz um escrutínio vibrante e íntimo da história e articula a narrativa com pormenores viscerais» Kirkus Review
«Gregory dramatiza a história de uma relutante esposa real a negociar os inquietos e perigosos anos do seu casamento… escritos com a autoridade e capacidade para criar um grande romance que a autora nos habituou.»  Sunday Times

Sobre a autora:
Philippa Gregory Nascida no Quénia a 9 de Janeiro de 1954, esta famosa escritora de romances históricos, mudou-se para Bristol, Inglaterra, quando tinha dois anos. Formada em História pela Universidade de Sussex e doutorada em Literatura do Século XVIII pela Universidade de Edinburgh.
Além de escritora de romances, também escreve críticas para jornais britânicos e revistas. E é também conhecida pelos programas de rádio e televisão.
O seu período preferido da História é a Era Tudor, sobre o qual já escreveu vários romances, alguns adaptados para televisão e cinema. Philippa Gregory também tem vários livros infantis publicados, além de romances com histórias modernas.



Novidade Planeta - OS CRIMES INOCENTES... ESTÃO A CHEGAR

OS CRIMES INOCENTES 
Gabriel Magalhães 
Páginas:  408 
PVP: 17,95€    
Nas livrarias a partir de 19 de Junho

Do mesmo autor do polémico e provocatório ensaio  Como Sobreviver a Portugal continuando a ser Português, chega agora um romance cheio de ironia que é também uma crítica impiedosa ao modus operandi das elites portuguesas e um retrato dos alpinistas sociais, ávidos de reconhecimento e poder.

A estreia auspiciosa de Gabriel Magalhães,  reputado professor catedrático de Literatura, no género policial.

Uma intriga subtil sobre os bastidores do poder político  e os meandros da cultura que decorre nalguns dos mais emblemáticos e belos lugares de Lisboa. Personagens fortes, um protagonista atípico e um piscar de olho à história.

Um livro inteligente e divertido que ajuda a perceber a sociedade portuguesa e as suas elites, a partir de uma sucessão de crimes que assentam na ganância, vaidade e desejo de poder.   
Uma obra que percorre os lugares mais emblemáticos de Lisboa, do Museu dos Coches à Praça Luís de Camões, da Estrela ao Parque das Nações. Um panorama irónico dos bastidores da cultura e da política, com os seus jogos e guerras, e um retrato lúcido do povo que lava no rio.
Um olhar crítico e divertido sobre um país que não perdoa a diferença. Ironia das ironias: os crimes serão desvendados por uma mulher banal,  a anti heroína. Rosário, filha de emigrantes que vive de empregos precários vai revelar-se o cérebro da investigação. Pelo caminho, não faltam peripécias e sobressaltos históricos como a célebre queda de Salazar da cadeira. 

Um crime no Museu dos Coches. Uma jovem historiadora transformada em detective. Um político ambicioso que se senta na cadeira de Salazar. 
Um homem aparece assassinado no salão principal do Museu dos Coches com uma lança atravessada no ventre. Ao longo dos dias seguintes, morrem misteriosamente mais pessoas. 
Quem é o serial killer por trás de tudo isto?  
Rosário do Amaral, uma filha de emigrantes que vive de empregos precários, vai revelar-se o cérebro da investigação.

«Os funcionários do Museu dos Coches tinham passado os últimos meses enfurecidos com os cortes nos salários, a eliminação do subsídio de férias e outras tenazes que lhes apertavam as vidas. De resto, a comunicação social anunciava cada dia mais medidas de austeridade, como quem publicita as sequelas de um filme de terror.  
«Ao verem nascer o novo edifício do Museu – que era uma gargalhada que lhes atiravam à cara: para aquilo, havia dinheiro! –, alguns puseram a correr todo o tipo de rumores. Surgiu o boato de que uma parte do pessoal seria dispensada, ou forçada a uma reforma antecipada. No entanto, o mexerico mais devastador foi o de que o futuro edifício seria concessionado ao Grupo Pestana, o dos hotéis e das pousadas, que articularia o sítio museológico com um albergue de luxo, apenas com cinco quartos destinados a xeques árabes ou potentados orientais. Se assim fosse, iria tudo para a rua? Passariam a fazer as camas e a servir os pequenos-almoços na pousada?  
«O cadáver do senhor Santos com uma lança espetada nas tripas gerou primeiro a habitual piedade portuguesa, mas a seguir, enquanto almoçavam, os funcionários redescobriram a raiva, o rancor dos últimos meses. E o corpo do pobre homem passou a ser interpretado de outra maneira: como uma vítima que representava a classe.»  

Sobre o autor  
GABRIEL MAGALHÃES (Luanda, 1965) é professor de Literatura na Universidade da Beira Interior, tendo também dado aulas em Espanha – país onde viveu muitos anos e onde fez o seu doutoramento.  É autor de vários livros de ficção e não ficção - Como Sobreviver a Portugal continuando a ser Português, Planeta, 2014. Em 2009 ganhou o Prémio Revelação da APE. 

 

14/06/2018

Dom Quixote - Uma Pequena Sorte, de Claudia Piñeiro

A Dom Quixote anuncia a publicação de Uma Pequena Sorte, romance da premiada escritora argentina Claudia Piñeiro, autora de As Viúvas das Quintas-Feiras, obra elogiada por José Saramago e Rosa Montero, e consagrada pelos críticos estrangeiros, com mais de meio milhão de leitores.

Em Uma Pequena Sorte, uma mulher regressa à Argentina vinte anos depois de a ter deixado para fugir de uma tragédia. Mas aquela que regressa é outra: já não tem a mesma aparência e a sua voz é diferente. Nem tem sequer o mesmo nome. Será que aqueles que a conheceram em tempos a vão reconhecer? Será que ele a vai reconhecer? Mary Lohan, Marilé Lauría ou María Elena Pujol – a mulher que ela é, a mulher que foi e a mulher que terá sido –, volta aos arredores de Buenos Aires, ao subúrbio onde formou família e viveu, e onde irá enfrentar os atores do drama que a fez fugir. Ainda não compreende porque aceitou regressar ao passado que se havia proposto esquecer para sempre. Mas à medida que o vai compreendendo, entre encontros esperados e revelações inesperadas, perceberá também que às vezes a vida não é nem destino nem acaso: talvez o seu regresso mais não seja do que um pequeno golpe de sorte… uma pequena sorte.

Sobre a autora:
Claudia Piñeiro nasceu em Buenos Aires, em 1960. É escritora, dramaturga, guionista de televisão e colaboradora de diversos meios de comunicação. Ganhou vários prémios nacionais e internacionais pelo seu trabalho literário, teatral e jornalístico. É autora dos romances As Viúvas das Quintas-feiras (2005), que recebeu o Prémio Clarín Novel de 2005 e vendeu centenas de milhares de exemplares, e acabou por ser levado ao cinema. Sobre ele escreveu José Saramago: “Um romance ágil, escrito numa linguagem perfeitamente adequada ao tema, uma análise implacável de um microcosmos social em acelerado processo de decadência.» Uma Pequena Sorte é também uma reflexão sobre o mundo em que vivemos.


13/06/2018

Novidade Oficina do Livro - Sexo Drogas e Selfies, o novo livro de Francisco Salgueiro (autor de O Fim da Inocência)

O escritor Francisco Salgueiro, autor de O Fim de Inocência – livro transformado em filme no ano passado por Joaquim Leitão e que acabou por ser a longa-metragem portuguesa com mais espectadores em 2017 – regressa às livrarias nacionais com a publicação, pela Oficina do Livro, de Sexo, Drogas e Selfies (SDS). 

Dez anos depois da publicação de O Fim da Inocência, o autor tenta mais uma vez fazer o diário de uma geração em que o risco é levado ao limite. 

Baseado em factos reais, Sexo, Drogas e Selfies conta a história da Joana, de 15 anos, que quer repetir todas as experiências de Inês (a personagem principal de O Fim da Inocência). Perdeu a virgindade aos 12 anos e é uma das raparigas mais populares do colégio. Ela e as amigas, aparentemente perfeitas para os pais, escondem um dia-a-dia de sexo com estranhos, sem preservativo, e muitas drogas. Noites levadas ao limite para contornarem o aborrecimento de um quotidiano em que estão sempre agarradas ao telemóvel.É a cultura do YOLO (You Only Live Once - Só vivemos uma vez). É a cultura dos jovens que sentem que têm de aproveitar tudo, por medo do FOMO (Fear of Missing It - Medo de estarem a perder alguma coisa).
É o retrato de uma geração que não vive o momento porque cada instante só lhes parece real se for registado pela câmara de um telemóvel. É a geração que depende das selfies e dos likes. E Sexo, Drogas e Selfies prerende ser um alerta para os pais dos adolescentes do século XXI.
 

Novidade Cavalo de Ferro - «As Pequenas Histórias», vários ilustres escritores de língua espanhola

As Pequenas Histórias 
(vários autores)
Páginas: 240 
PVP: 15,98€
 
EMILIA PARDO BAZÁN | MIGUEL DE UNAMUNO | BALDOMERO LILLO |RUBÉN DARÍO
PÍO BAROJA | LEOPOLDO LUGONES |HORACIO QUIROGA | RAMÓN GÓMEZ DE LA SERNA  ROBERTO ARLT | ALEJO CARPENTIER | ADOLFO BIOY CASARES
AUGUSTO ROA BASTOS | JOSÉ DONOSO | JULIO RAMÓN RIBEYRO | ANA MARÍA MOIX
ENRIQUE SERNA | LUIS RECUENCO
Reúnem-se nestas páginas as «pequenas histórias» saídas da pena de alguns dos mais influentes escritores de língua espanhola – muitos deles ainda inéditos em Portugal –, cuja importante obra traça, de modo panorâmico, as linhas mestras de uma das mais singulares visões literárias do mundo.
Nesta, tanto a indagação dos limites da realidade de um Lugones se pode aliar ao jogo de realidade e aparência de um Bioy Casares, como o visionarismo urbano de um Arlt pode contrastar com os ambientes naturalistas da selva de um Horacio Quiroga, ou a crítica mordaz à corrupção da classe política de Juan Jamón Ribeyro e José Donoso pode dar lugar à poética contemporânea de Ana María Moix. Uma obra onde estão presentes histórias de amor e temas que atravessam questões sociais, política, História, humor, ironia e absurdo.
«... o conto assume a modéstia de relatar o que parecia trivial, mas justamente deixa de o ser devido à construção narrativa, que lhe confere dimensão simbólica ou mesmo exemplaridade.»

O resultado é um volume de descoberta literária, onde novos autores se encontram com novos leitores. Um convite à descoberta por parte do leitor da riqueza da ficção narrativa hispânica. A Cavalo de Ferro disponibiliza os primeiros capítulos para leitura em www.cavalodeferro.com/media/pdf/9789896232528.pdf.
 
Projeto apoiado pelo Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa no âmbito de Lisboa Capital Ibero-Americana.


08/06/2018

Livros do Brasil - Quando o copywriter é a vítima do crime. Será também o herói?

Título: O Crime Exige Propaganda
Autor: Dorothy L. Sayers
N.º de Páginas: 328
PVP: 7,70 €
Coleção: Vampiro

Em O Crime Exige Propaganda, o mundo da publicidade é o palco de toda a ação.
A Livros do Brasil publica na sua coleção Vampiro um novo livro da dama do policial britânico Dorothy L. Sayers, que durante mais de uma década trabalhou numa agência de publicidade. O Crime
Exige Propaganda, que chega hoje às livrarias, tem como cenário uma reputada agência de publicidade londrina, e como vítima um dos seus copywriters. É nessa altura chamado a intervir o detetive amador criado por Dorothy L. Sayers, Lord Peter Wimsey, que rapidamente se apercebe das ligações da vítima a um grupo com atividades criminosas.
Um clássico do policial, que é ao mesmo tempo uma viagem pelo mundo da publicidade dos anos 30, que é aqui o palco do crime, apesar de a autora não deixar de realçar: «Não creio que exista no mundo classe mais inofensiva e respeitadora da lei que a dos especialistas em publicidade da Grã-Bretanha.»

Sinopse:
Quando o copywriter Victor Dean morre ao cair por uma escada de ferro em caracol na Pym’s Publicity, uma refinada agência de publicidade de Londres, Lord Peter Wimsey embarca numa investigação secreta para tirar tudo a limpo.
Antes do seu final trágico, a vítima tentara alertar Mr. Pym, o dono da firma, para um qualquer comportamento escandaloso que poderia levar a sérias consequências. Fazendo-se passar por um novo redator publicitário, Wimsey descobre que Dean fazia parte de um pequeno e suspeito grupo dentro da Pym’s, cujos hábitos recreativos o ligavam ao submundo do crime. Com o tempo a esgotar-se e o número de corpos a aumentar, Wimsey terá de encontrar a verdade de uma vez por todas, antes que a sua identidade seja descoberta e o assassino volte a atacar…
Cocaína, chantagem e luxúria são algumas das palavras que podem ser lidas nas entrelinhas deste clássico policial onde voltamos a encontrar o arrojado e brilhante Lord Peter Wimsey, o intemporal detetive amador criado pela mestre do policial britânico Dorothy L. Sayers.

Sobre a autora:
Dorothy L. Sayers nasceu em Oxford, no Reino Unido, a 13 de julho de 1893. Foi uma das primeiras mulheres a licenciar-se pela Universidade de Oxford, em 1915, e em 1921 ingressou numa agência de publicidade, onde foi copywriter durante quase uma década. O seu interesse pela literatura de mistério iniciou-se por esta altura, tendo publicado Whose Body?, o seu primeiro romance policial, em 1923, desde logo protagonizado por Lord Peter Wimsey, detetive amador aristocrata que se tornou um dos mais famosos heróis do policial em todo o mundo. A aclamação, quer pela crítica quer pelos leitores, foi imediata, e ao longo de quase vinte anos Sayers publicou onze romances e cinco coletâneas de contos centrados nesta personagem. Em 1930, juntamente com autores como Agatha Christie, Anthony Berkeley ou G. K. Chesterton, fundou o Detection Club, clube de escritores de histórias policiais que ainda hoje se mantém. Considerada uma das maiores autoras da literatura policial do século XX, Sayers foi também professora, poeta, ensaísta, dramaturga e tradutora. Faleceu a 17 de dezembro de 1957.

Novidades Topseller nas livrarias

Altamente disputado e considerado O Livro da Feira do Livro de Londres de 2017, Pântano dos Sacrifícios já foi vendido para 26 países, incluindo EUA e Reino Unido.
Traduzido do original sueco por João Reis, esta história lembra os cenários da série de culto Twin Peaks e traz à luz do dia superstições e oferendas humanas preservadas em pântanos
Um livro de ficção, mas que bebe inspiração em factos bem reais.
Sobre o livro:
Em tempos, realizavam-se oferendas humanas em pântanos.
Agora, há pessoas a desaparecer…
Crê-se que antigamente os pântanos eram usados como locais onde se realizavam sacrifícios humanos. Por serem pobres em oxigénio, estes terrenos atrasavam o processo de decomposição dos corpos, levando à sua preservação. Há por isso quem acredite que as almas lá enterradas não conseguem encontrar descanso, atraindo até si novas vítimas.
Nathalie Nordström é uma jovem bióloga que se desloca até a um pântano no norte da Suécia para realizar uma experiência de campo. Nathalie cresceu naquela zona, mas partiu quando uma terrível tragédia se abateu sobre a sua família.
Numa noite de tempestade, um mau pressentimento leva-a até ao pântano. Lá encontra um homem inconsciente, prestes a afundar-se. A polícia começa a investigar o caso e acaba por encontrar cadáveres ali enterrados.
Estará o pântano a reclamar mais sacrifícios, como alguns habitantes locais acreditam?

O Pântano dos Sacrifícios é uma edição Topseller (17,69€ | 304 pp.) e chegará às dia 04 de junho. 
Os primeiros capítulos estão disponíveis para leitura imediata aqui.

Sobre a autora:
Susanne Jansson nasceu em 1972 em Åmål, na Suécia. Mais tarde mudou-se para Gotemburgo, para trabalhar em publicidade, e depois para Nova Iorque, onde estudou fotografia.
Depois de regressar à Suécia, trabalhou como fotógrafa freelance enquanto estudava jornalismo, e nos últimos 20 anos tem combinado o seu trabalho de fotógrafa com o de jornalista, tendo-se especializado em reportagens e histórias ligadas às áreas da cultura, cinema, teatro e literatura. Também escreveu contos policiais para revistas.
O Pântano dos Sacrifícios é o seu primeiro romance e um verdadeiro êxito internacional, tendo os seus direitos sido vendidos para 26 países.
Susanne Jansson vive com a família perto de Gotemburgo.
 

Livro que retrata o ambiente em volta da figura universalmente conhecida de Einstein.
História muito interessante e possivelmente verídica sobre a influência que teve a mulher de Einstein no seu êxito enquanto cientista merecedor do Prémio Nobel (especialmente a sua contribuição para a Teoria da Relatividade).
Um romance fascinante sobre a mulher extraordinária que casou e trabalhou com um dos maiores cientistas da História.
Sinopse:
Em 1896, Mileva Maric, uma mulher extremamente inteligente, é a única estudante do sexo feminino a frequentar o curso de Física numa universidade de elite em Zurique. É aí que se apaixona pelo colega Albert Einstein, com quem acaba por casar e ter três filhos. Apesar da total dedicação aos filhos, Mileva nunca abandona a sua paixão pela ciência, trabalhando em conjunto com o marido e contribuindo para estudos científicos tão importantes como a Teoria da Relatividade.
Contudo, por nunca ter concluído a licenciatura, todo o mérito dos artigos que escreve com o marido é-lhe atribuído a ele. À medida que a fama de Albert Einstein aumenta, cresce também o receio de Mileva de que as suas próprias ideias científicas permaneçam para sempre sob a sombra do marido, com quem mantém uma relação cada vez mais conturbada.
A Mulher de Einstein é um romance, inspirado em factos reais, que relata a história da primeira mulher de Einstein, uma cientista brilhante cuja contribuição para a Teoria da Relatividade continua a ser altamente debatida.
«Um intrigante romance sobre uma das mais fortes parcerias intelectuais do século XIX.»Kirkus Reviews
«Muitos irão gostar das opiniões feministas de Benedict e ficarão fascinados pela vida de uma mulher quase desconhecida.»RT Book Reviews
«Um romance histórico intimista e envolvente… Prepare-se para se comover.» − Library Journal
 A Mulher de Einstein é uma edição Topseller (17,69€ | 304 pp.) e as primeiras páginas podem ser lidas aqui.
Sobre:
Marie Benedict é uma advogada norte-americana com mais de dez anos de experiência. Além de tirar a licenciatura em Direito, formou-se também em História e História da Arte. Marie sempre sonhou desenvolver trabalhos que pudessem dar a conhecer a vida e os feitos de grandes mulheres da História. Quando começou a escrever, teve finalmente essa oportunidade.
É também a autora dos romances históricos The Chrysalis, The Map Thief e Brigid of Kildare, assinando com o nome Heather Terrell. Atualmente, vive em Pittsburgh com a família.
Saiba mais sobre a autora em: www.authormariebenedict.com.



Um romance de estreia surreal ambientado num mundo moldado pela linguagem, seguindo a tradição de Margaret Atwood e Ursula K. Le Guin.
Um dos livros de Ficção Científica do ano de 2017 para os media internacionais.

«Um romance distópico inesquecível. Com elementos de Kafka, Borges e Le Guin.»The Guardian
«Uma história sobre como a realidade se corrompe. Um romance do nosso tempo, perturbador, que procura espaço entre os melhores.» –The Guardian
«Karin Tidbeck reinventa a realidade e o poder da linguagem neste seu romance distópico. O enredo tenso, assim como as questões que levanta acerca da linguagem, do controlo, e dos nossos limites como humanos tornam este livro uma estreia muito bem-vinda.» – Publishers Weekly
 Sinopse:
Às vezes é preciso construir algo sem ter nada de sólido por onde começar.
Vanja é uma trabalhadora ao serviço do Estado. Como todas as outras pessoas. Porque o estado somos nós. A comuna somos nós. O comité somos nós. Todas as regras, todas as imposições, todas as ordens e toda a burocracia são necessárias para garantir que o mundo não se desfaça.
O mundo corre o risco de se desfazer. Se não marcarmos cuidadosamente os nossos pertences, se cada objeto não estiver etiquetado e for lembrado regularmente do que é e do que pode ser vai acabar por se desfazer numa espécie de lodo viscoso. E, portanto, o bom comportamento é fundamental. O método também. A desobediência pode significar o fim.
Mas Vanja precisa de mais. Precisa de conhecer, precisa de entender. Precisa de saber porque é que as suas palavras são capazes de tanto, e, no entanto, utilizadas para tão pouco.
Será que a obediência e a destruição são as únicas duas hipóteses?
Amatka é uma edição Topseller (16,59€ | 256 pp.) e os primeiros capítulos estão disponíveis para leitura aqui.
​​Sobre a autora:
Karin Tidbeck é originária de Estocolmo, na Suécia. Vive e trabalha em Malmö, como escritora, tradutora e professora de Escrita Criativa. Escreve ficção em inglês e sueco. A sua estreia em inglês, Jagganath, ganhou o Crawford Award e fez parte da shortlist do World Fantasy Award.
Amatka, o primeiro romance publicado em Portugal, é uma fábula política, na linha de 1984, sobre o controlo social, a rejeição da mudança e as revoluções mais inesperadas.
Saiba mais sobre a autora: www.karintidbeck.com.



Um romance enternecedor que acompanha a relação entre uma rapariga que não consegue esquecer-se de nada e um homem que quer muito lembrar-se de tudo.
Um livro sobre amizade, memória e esperança.

«Tão doce que até dói e com uma subtileza inesperada, este livro é uma estreia mesmo inteligente.» − Kirkus Reviews
«Um romance delicado, cheio de questões intrigantes sobre a natureza da memória.» − Publisher’s Weekly
«Um dos livros a ler este ano.»
«Comovente e emocionante.»
«Maravilhoso e cativante.»
Quando Gavin decide pegar fogo a todos os objetos que lhe lembravam a morte do seu companheiro, Syd, não imaginava que uma câmara estivesse a filmar. Quando Joan Lennon viu na televisão que um ator famoso de Hollywood estava a fazer uma grande fogueira no quintal, não imaginava que se tratasse de um velho amigo do pai.
No entanto, ambas estas coisas eram verdade.
Joan tem «memória fotográfica». Recorda-se de praticamente toda a sua vida. É por isso que tem tanto medo de ser esquecida. E é também por isso que está a escrever uma canção. Tal como o seu ídolo, e inspiração para o seu nome, John Lennon, ela quer imortalizar-se através da música.
Gavin, por seu lado, precisa de esquecer. No entanto, escondido em casa dos pais de Joan, encontra a maior das tentações. Joan conhecia Syd, e lembra-se, ao pormenor, de todos os momentos em que esteve com ele.
Poderão estes dois ajudar-se? Ou estarão apenas a caminhar para a desilusão?
Uma Canção Nunca se Esquece é uma edição Topseller (17,69€ | 336 pp.) e os primeiros capítulos estão disponíveis para leitura aqui.
Sobre o autor:
Val Emmich é um homem americano que ganha a vida a fazer muitas coisas. Começou a tocar e a escrever música com 15 anos. Depois de frequentar a Universidade de Rutgers, assinou um contrato com a Sony/Epic e já lançou mais de uma dúzia de álbuns.
Entretanto, também construiu uma sólida carreira como ator. Já entrou em Vinyl, 30 Rock e Ugly Betty. Estreia-se agora na escrita de ficção com Uma Canção Nunca se Esquece.
Quando não está na estrada, vive na cidade de Jérsia, no estado de Nova Jérsia.
Saiba mais sobre o autor em: www.valemmich.com.


Depois da publicação de O Verão em Que Me Apaixonei, Jenny Han continua a dar vida às aventuras e ao verão de Belly em Sem Ti Não Há Verão!
Uma história intensa sobre o amor, ensinando-nos que a vida é feita de surpresas por desvendar.
A leitura obrigatória deste verão!... (que tarda em chegar).
«Sempre achei que passaria ali todos os verões da minha vida. A casa de verão era o único lugar onde eu queria estar, o único lugar onde eu alguma vez quis estar.»
Todos os anos, Belly costuma contar os dias que faltam para o verão, e só pensa em regressar à casa de praia para estar novamente com Conrad e Jeremiah. Contudo, a amizade que sempre uniu os três jovens parece estar a desmoronar-se e tudo parece diferente.
Até ao dia em que Jeremiah conta a Belly que Conrad desapareceu, e lhe pede ajuda para o encontrar. Belly fará de tudo para descobrir onde está o amigo. Mas isso só será possível se regressarem à casa de praia.
Voltará tudo a ser como dantes ou estará esta amizade num ponto sem retorno?
Uma história intensa sobre o amor e a forma como ele nos ajuda a trilhar o nosso caminho.
Sem Ti Não Há Verão é uma edição Topseller (16,59€ | 256 pp.) e as primeiras páginas estão disponíveis para leitura imediata aqui.
Sobre a autora:
Jenny Han nasceu e cresceu na costa leste dos Estados Unidos da América. Estudou na Universidade da Carolina do Norte e fez um mestrado em Escrita para Crianças em Nova Iorque, onde mora atualmente.
Se pudesse escolher um emprego, Jenny Han gostaria de ser ajudante do Pai Natal, provadora de gelados ou a melhor amiga da Oprah, entre outras coisas perfeitamente vulgares. Tem uma predileção por meias até ao joelho e come qualquer sobremesa, desde que seja de maracujá.
Com seguidores em todo o mundo, Jenny Han é uma autora bestseller, e o seu livro A Todos os Rapazes que Amei (ed. Topseller, 2014) está a ser adaptado ao cinema, com estreia marcada nos EUA para agosto.
Mais sobre a autora em: www.jennyhan.com.