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03/07/2018

Novo livro de Joël Dicker - O Desaparecimento de Stephanie Mailer, hoje nas livrarias

Título: O Desaparecimento de Stephanie Mailer
Autor: Joël Dicker
N.º de Páginas: 672
PVP: 22,00€
 
 
Apenas Joël Dicker poderia superar-se a si mesmo, com o thriller mais poderoso dos últimos anos, uma obra que não dá tréguas, tão sofisticada e viciante quanto A verdade sobre o caso Harry Quebert.

Sobre o livro:
Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia… Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só pára quando encontra o seu corpo em frente à casa do presidente da Câmara. Dentro da casa, toda a família do presidente está morta. A investigação é entregue a Jesse Rosenberg e Derek Scott, dois jovens polícias do estado de Nova Iorque. Ambiciosos e tenazes, conseguem cercar o assassino e são condecorados por isso. Vinte anos mais tarde, na cerimónia de despedida de Rosenberg da Polícia, a jornalista Stephanie Mailer confronta-o com uma revelação inesperada: o assassino não é quem eles pensavam, e a jornalista reclama ter informações-chave para encontrar o verdadeiro culpado. Dias depois, Stephanie desaparece. Assim começa este thriller colossal, de ritmo vertiginoso, entrelaçando tramas, personagens, surpresas e volte-faces, sacudindo o leitor e impelindo-o, sem possibilidade de parar, até ao inesperado e inesquecível desenlace.O que aconteceu a Stephanie Mailer? E o que aconteceu realmente no Verão de 1994?

O que diz a imprensa:
«Stephanie Mailer, tal como Harry Quebert antes dela, mantém-nos agarrados. Felizmente, escrever não é meramente “juntar palavras que formam frases”. Escrever também é construir, e nisso Dicker é excelente.» La Liberté
«Como é o novo Dicker? Podemos responder, sem hesitação: extraordinário!» Le Point
«Cinco temporadas de uma série de televisão viciante num só livro. O desaparecimento de Stephanie Mailer mostra em pleno o talento do escritor: uma teia de intrigas que mantém o leitor preso por um fio.» Le Temps
«O autor redescobre a sua força sedutora: a combinação de eficácia visual à americana com a elegância do detalhe à europeia.» 24 Heures
«Dicker não larga a mão do leitor que, apesar da variedade de personagens, da avalanche de pistas falsas, nunca perde o fio à meada. A cada cinquenta páginas, o leitor pensa ter encontrado o verdadeiro assassino. Mas para isso terá de esperar: o autor é muito hábil e diverte-se como um louco a induzir o leitor em erro.» Le Figaro Littéraire
«Romance após romance, Joël Dicker impõe-se como um mestre de ilusionismo.» Elle
«Preciso, denso, dinâmico, rápido, divertido, atravessado por uma ironia refrescante. Mas a sua maior qualidade, e a sua evolução em relação aos livros anteriores, é que esta complexidade, esta rapidez de acção, não impede o romance de ser comovente e poético ao mesmo tempo. É um livro com alma.» Matin Dimanche
«Enquanto Agatha Christie punha em cena “apenas” dez suspeitos, Joël Dicker joga com dezenas de personagens a um ritmo inacreditável. De tirar o fôlego!» Madame Figaro
«Conhece aquele sentimento terrível de se sentir sozinho depois de acabar um romance incrível? Foi o que me aconteceu com este livro. Joël Dicker vai ainda mais longe do que antes com este livro.» Cosmopolitan

Sobre o autor:
Joël Dicker nasceu em Genève, Suíça, em 1985. Estreou-se na literatura com Os últimos dias dos nossos pais (Alfaguara, 2014). Mas foi a publicação do segundo romance que fez dele um fenómeno literário global: A verdade sobre o caso Harry Quebert (Alfaguara, 2013) foi publicado em trinta e três países, vendeu mais de três milhões de exemplares e venceu o prémio de melhor romance da Academia Francesa de Letras, o Prix Goncourt des Lycéens e o prémio da revista Lire para melhor romance em língua francesa. Seguiu-se, em 2016, O Livro dos Baltimore. O desaparecimento de Stephanie Mailer é o seu quarto romance e confirma a mestria de Dicker no género do mistério literário. www.joeldicker.com
 
 

24/10/2016

Novidades Alfaguara nas livrarias em Novembro



Norma
Sofi Oksanen
Páginas: 336
Nas livrarias a 2 de Novembro

Depois da súbita e suspeita morte da mãe num acidente, Norma Ross fica só. Ao longo de toda a vida, Norma e a mãe tinham sido companheiras inseparáveis, tanto pelos laços de sangue, como por um segredo: os poderes sobrenaturais de Norma. Estes poderes eram para Norma uma bênção e uma cruz que carregava, e a mãe sabia que ela seria ostracizada se se soubesse- Para descobrir os responsáveis pela morte da mãe, Norma começa a trabalhar no mesmo sítio onde a mãe trabalhava. No entanto, se Norma tinha as suas razões para querer aquele trabalho, também o dono do negócio os tinha para a querer a trabalhar ali. Prisioneira de uma rede de enganos e paranoia, Norma tem de lutar pela sua liberdade e pela verdade. Um drama familiar com elementos de sobrenatural, onde o passado e o presente se interligam para revelar o carisma de Norma e do seu mundo.

 
A Sul de Nenhum Norte
Charles Bukowski
Páginas: 264
Nas livrarias a 2 de Novembro

Uma colectânea de 27 contos.
Um homem compra um manequim feminino pelo qual se apaixona perdidamente. Um escritor alcoólico e frustrado alcança o sucesso mas não se liberta do vício. Dois vagabundos partem para um assalto noturno e acabam transformados em assassinos. Bêbedos, escritores falhados, prostitutas, ladrões, pugilistas, bandidos: os personagens que povoam as páginas destes contos são velhos conhecidos do mundo narrativo de Bukowski. Um mundo pobre, sujo e feio, retratado com absoluta lucidez mas também com uma profunda compreensão e empatia. A América das ruas, dos bordéis, das salas de jogo, dos bares mais esquálidos e das pessoas mais esquecidas. A América que não conheceu o Grande Sonho e de que Bukowski foi sempre, talvez, a voz mais autêntica. Considerado por muitos como o melhor livro de Bukowski, A Sul de Nenhum Norte é o retrato cru e fulgurante dos americanos que desistiram da sociedade e até de si mesmos. Uma reflexão que Bukowski faz com particular genialidade e domínio literário na economia e alvos das suas palavras.


12/09/2016

Novidades Alfaguara nas livrarias



O Meu Nome é Lucy Barton
Elizabeth Strout 
Páginas:  176

Lucy Barton está numa cama de hospital, a recuperar lentamente de uma cirurgia que deveria ter sido simples. As visitas do marido e das filhas são escasssas e pouco aproveitadas por Lucy. A monotonia dos dias de hospital é quebrada pela inesperada visita da mãe, que fica cinco dias sentada à sua cabeceira. Mãe e filha já não se falavam há anos, tantos quantos os que Lucy passou sem visitar a casa onde cresceu e os que a mãe passou sem a visitar em Nova Iorque, nem sequer para conhecer as netas. Reunidas, as duas trocam novidades e cochichos sobre os vizinhos de infância de Lucy, mas por baixo da superfícies plácida da conversa de circunstância pulsam a tensão e a carência que marcaram a vida de Lucy: a infância de pobreza e privação no Illinois, a vontade de ser escritora e a desconfortável sensação de não pertencer a lado nenhum, a fuga para Nova Iorque e a desintegração silenciosa do casamento, apesar da presença luminosa das filhas. Com um passado que ainda a atormenta e o presente em risco iminente de implosão, Lucy Barton tem de focar para ver mais longe e para voltar a pôr-se de pé. Mais do que uma história de mãe e filha, este é um romance sobre as distâncias por vezes insuperáveis entre pessoas que deveriam estar próximas, sobre o peso dos não-ditos no seio das relações mais íntimas e sobre a solidão que todos sentimos alguma vez na vida. A entrelaçar esta narrativa está a voz da própria Lucy: tão observadora, sábia e profundamente humana como a da escritora que lhe dá forma.

 
A Denúncia
Bandi
Páginas: 144

A grande fome da Coreia do Norte, na década de 1990, acordou em Bandi, escritor oficial do regime norte-coreano, um crítico feroz e um resistente inabalável. A publicação deste livro - que terá saído da Coreio do Norte disfarçado de propaganda comunista - é prova do triunfo da humanidade e da resiliência da literatura num mundo dominado pelo absurdo. Nestes sete contos, Bando denunciona e responsabiliza o regime norte-americano mas, mais ainda, retrata as vidas dos cidadãos que dele são vítimas: o dia-a-dia dilacerado pela fome, pelo medo, pela repressão. Neles lemos o sofrimento quotidiano e atroz de todo um povo e tememos por um futuro que nunca o será enquanto os destinos do país estiverem nas mãos de um líder delirante, megalómano e cobarde, de proporções kafkianas. "A Denúncia" não deve ser lida apenas pela seu inegável valor literário, mas sobretudo pelo realismo e humanidade com que retrata um povo a quem, geração após geração, é sonegado o mais importante dos direitos: uma voz.


06/07/2016

Alfaguara - Novidades de Julho



Casa de Férias com Piscina
Herman Koch 
Páginas: 400 

Uma narrativa em que o mistério e a intriga concorrem para denunciar a hipocrisia e fragilidade da vida contemporânea.

Marcado por uma ironia desarmante, o enredo negro e fortemente psicológico de Casa de férias com piscina proporciona uma leitura ávida, controversa e intrigante que confirma o incrível talento literário de Herman Koch no dissecar da farsa amoral de uma sociedade à deriva.

Sobre o autor:
Herman Koch nasceu 1953 em Arnhem, na Holanda. Estudou Russo e viveu na Finlândia durante alguns anos, até se mudar para Amsterdão, onde é produtor de televisão e escritor.

Imprensa:
«Um romance inquietante onde o sexo, a fama e a ética médica se entrelaçam num cenário idílico de férias de verão» Kirkus Reviews

«Um romance mais expansivo e ainda mais venenoso que O jantar, sobre dois rivais de férias no Mediterrâneo.» The Washington Post
 «A grande arte de Herman Koch consiste em arrepiar o leitor com personagens cuja crueldade se esconde atrás de um fino verniz de decência e boas-maneiras.» Der Spiegel
«Alucinante, perturbador e inesperado. Koch não poupa ninguém, muito menos os leitoras» Herald Sun 


A Factura
Jonas Karlsson 
Páginas: 166 

A vida tem um preço?
611.000€

A Factura vai mudar a forma como vê a vida 

Sinopse:
5.700.000 coroas suecas. 600.00 euros. Era esse o valor da factura que o nosso narrador recebeu um dia na caixa de correio. O nome na factura era o dele. A morada também.
Mas o que poderia justificar uma soma tão astronómica? Bom... a vida. A vida de um homem modesto, cinéfilo, trabalhador em part-time num clube de vídeo, com um punhado de amigos, um pequeno apartamento soalheiro em Estocolmo e um coração partido, que se contenta com pouco e que tira grande prazer dos pequenos nadas que a vida lhe vai... oferecendo? Bem, aparentemente, nada é de borla. Tudo tem um preço, e o nosso narrador vai descobri-lo da pior forma possível.
Minimalista, surreal e original, o romance de Jonas Karlsson explora o absurdo da vida e questiona a grande meca dos tempos moderno: numa sociedade em que só o dinheiro conta, o que é, afinal, a felicidade e como a medimos? "A Factura" vai mudar a forma como vê a vida. 

Sobre o autor: 

Jonas Karlsson, nascido a 11 de Março de 1971 em Salem, na Suécia, é um reconhecido actor e escritor sueco. Depois de vários anos a interpretar diversas personagens no palco, no cinema e na televisão, Karlsson deu o salto para a criação literária em 2007. A factura, traduzido para mais de 25 línguas, é o seu sexto livro.

Imprensa:
«Um olhar irónico e orwelliano sobre o materialismo, o endividamento e a felicidade» The Guardian
«Um livro incrível (…) uma pérola cheia de humor» Livres Hebdo

«Esta fábula dos tempos modernos é divertida, intrigante e muito bem-humorada.» The Observer 
«Contada através de uma voz peculiar, A factura é uma história diferente e refrescante, com uma resistência ao conformismo arreigada no seu coração.» The Independent