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24/04/2019

OS VENCEDORES DO PRÉMIO LIVRO DO ANO BERTRAND 2018 SÃO...


A votação foi renhida entre os 30 finalistas, das quatro categorias atribuídas,  que passaram pelo crivo do exigentíssimo júri de leitores e livreiros da  3.ª edição do Prémio Livro do Ano Bertrand. Conheça os vencedores, distinguidos em cada categoria como os melhores livros que marcaram o último ano editorial.

No Dia Mundial do Livro, todos os caminhos foram dar à Livraria mais antiga do mundo, a Bertrand do Chiado, que foi o palco escolhido para a cerimónia de divulgação dos vencedores da 3.ª edição do Prémio Livro do Ano, apresentada pela jornalista Inês Fonseca Santos, servida com muita música e acompanhada de ilustres convidados. 

Melhor Livro de Ficção de Autores Estrangeiros 
1.º lugar - O Tatuador de Auschwitz, de Heather Morris, da Presença. Livro mais votado pelos leitores e livreiros. 
2.º lugar -  A Morte do Comendador I, de Haruki Murakami, da Casa das Letras.   
3.º lugar - Os Dez Espelhos de Benjamin Zarco, de Richard Zimler, da Porto Editora.

Melhor Livro de Ficção Lusófona 
1.º lugar - A Amante do Governador, de José Rodrigues dos Santos, da Gradiva.  Livro mais votado pelos leitores.  
2.º lugar -  D. Maria I, de Isabel Stilwell, da Manuscrito. 
3.º lugar - Princípio de Karenina, de Afonso Cruz, da Companhia das Letras. Livro mais votado pelos livreiros.

Melhor Livro de Poesia 
1.º lugar - Nómada, de João Luís Barreto Guimarães, da Quetzal. Livro mais votado pelos leitores e livreiros. 
2.º lugar - Obra Poética Obra Poética I, de António Ramos Rosa, da Assírio & Alvim, 
3.º lugar -  Agon, de Luís Quintais, da Assírio & Alvim.

Melhor Reedição de Obras Essenciais 
1.º lugar -  A Leste do Paraíso, de John Steinbeck, da Livros do Brasil. Livro mais votado pelos leitores.  
2.º lugar -  Dona Flor e os Seus Dois Maridos, de Jorge Amado, da Dom Quixote.  
3.º lugar - Odisseia de Homero, de Homero, da Quetzal.

* Fahrenheit 451, de Ray Bradbury (4.º lugar) foi o livro mais votado pelos livreiros.

Cada obra vencedora terá reservado um lugar de destaque nas livrarias Bertrand, em especial ao longo do ano de 2019.   
O prémio, atribuído em quatro categorias, foi anunciado em fevereiro e a escolha foi feita a partir de 149 títulos selecionados, em prosa e poesia, por leitores e livreiros e contou com o valioso contributo dos jornalistas Inês Fonseca Santos e Sérgio Almeida.   
Este é o primeiro prémio literário em Portugal atribuído por leitores e livreiros, e desde a sua  1.ª edição, em 2017, que tem vindo a alcançar cada vez mais reconhecimento.   
Nesta 3.ª edição, a participação dos leitores e livreiros ultrapassou os 22.000 votos, resultado que traduz o grande interesse de quem lida diariamente com livros, em reconhecer publicamente os seus livros e autores preferidos.   

«A evolução do Prémio Livro do Ano Bertrand, ao longo destas três edições, tem sido surpreendente, refletindo a vontade dos nossos leitores em reconhecer o que de melhor se fez no mercado editorial nacional. Este ano, resolvemos alargar novamente a sua abrangência, introduzindo uma nova categoria - a Poesia, que homenageia uma forma literária onde o nosso país tem muita tradição. Entre as duas fases, esta nova categoria arrecadou mais de 15.000 votos, sendo que os autores que mais se destacaram foram António Ramos Rosa, João Luís Barreto Guimarães, Luis García Montero, Luís Quintais e Manuel Resende. Acreditamos, assim, que este prémio materializa a missão da Livraria Bertrand de aproximar os leitores dos livros e dos escritores, pelo que agradecemos aos nossos Leitores Bertrand a sua cada vez maior participação.» Paulo Oliveira, CEO do Grupo Bertrand Círculo

Para conhecer os vencedores das edições anteriores, consulte Premio Livro do Ano Bertrand 

22/04/2019

Jeffrey Archer na Feira do Livro de Lisboa no âmbito da promoção do seu novo livro «Contador de Histórias»


Título: contador de histórias
Autor: Jeffrey Archer
Género: Literatura / Contos
N.º de páginas: 218
PVP: € 16,60 

O autor estará presente no dia 2 de junho para uma sessão de autógrafos e uma conversa em torno da sua obra

Considerado um dos maiores escritores dos nossos dias – sendo o único autor que foi número 1 em ficção (15 vezes), contos (quatro vezes) e não ficção (Os Diários da Prisão) –, Jeffrey Archer estará pela primeira vez na Feira do Livro de Lisboa, no âmbito da promoção do seu novo livro, Contador de Histórias, que acaba de chegar às livrarias.

No dia 2 de junho, entre as 15h00 e as 18h00, o autor estará na Feira do Livro de Lisboa, mais concretamente no espaço Autores Que Nos Unem do Grupo Porto Editora, em que se insere o Grupo BertrandCírculo, para uma sessão de autógrafos. Seguir-se-á uma conversa com o autor sobre a sua obra pelas 18h30.
A vinda do autor à Feira do Livro de Lisboa é um momento muito aguardado pelos seus leitores, que terão oportunidade de conhecer uma das grandes referências da literatura inglesa contemporânea. É de realçar que tem mais de 250 milhões de exemplares vendidos em 97 países, estando traduzido em 37 línguas, tratando-se de um dos escritores mais acarinhados pelo público português, que nos últimos anos pôde acompanhar a Saga dos Clifton, uma série de sete volumes marcada pela intriga política e grandes negócios empresariais, aliada, ainda, a uma carga dramática familiar repleta de segredos e traições.
Com este novo livro, Jeffrey Archer apresenta um livro de contos repleto de textos emocionantes e, às vezes comoventes, escritos ao longo dos últimos dez anos.

Sinopse:
Jeffrey Archer, o autor da saga dos Clifton, regressa com um novo livro de contos há muito aguardado pelos leitores, repleto de textos emocionantes e, às vezes, comoventes, escritos nos últimos dez anos.
Descubra o que aconteceu ao jovem detetive napolitano que, para resolver um assassínio, é arrastado para uma pequena cidade. Veja o que muda na vida de um jovem à medida que este descobre as origens da fortuna do seu pai. Siga as histórias de uma mulher que, na década de 1930, se atreve a desafiar homens poderosos, e a de uma outra, jovem, que apanha boleia e tem o encontro da sua vida.

Sobre o autor:
Jeffrey Archer tem mais de 250 milhões de exemplares vendidos em 97 países e 37 línguas. É autor de 16 romances, seis coleções de contos, três peças de teatro, três volumes do seu diário da prisão e um evangelho. É o único autor que foi número 1 em ficção (15 vezes), contos (quatro vezes) e não ficção (Os Diários da Prisão). Archer é casado com Dame Mary Archer DBE, têm dois filhos e vivem em Londres e Cambridge.


04/04/2019

Prémio Livro do Ano Bertrand - Os 30 finalistas


Já são conhecidos os 30 finalistas da 3.ª edição do primeiro prémio literário português atribuído por livreiros e leitores, o Prémio Livro do Ano Bertrand, lançado em 2016 pela Livraria Bertrand. 

Pode ver aqui: o Prémio Livro do Ano Bertrand

Os 149 títulos apresentados a votação, distribuídos por quatro categorias – Melhor livro de ficção lusófona; Melhor livro de ficção de autores estrangeiros, Melhor reedição de obras essenciais e Melhor livro de poesia –, resultaram de um trabalho de pré seleção que procurou distinguir os livros, em prosa e poesia, que marcaram o último ano editorial, e contou com o valioso contributo dos jornalistas Inês Fonseca Santos e Sérgio Almeida. 

A partir de um convite endereçado pela Livraria Bertrand, todos os livreiros e leitores Bertrand puderam votar nos seus livros preferidos.  Desta 1.ª fase de votações, que teve início em Fevereiro, e decorreu até dia 13 de Março, resultaram os finalistas de cada uma das quatro categorias, que podem ser consultados em: https://www.bertrand.pt/template/premio-livro-do-ano-bertrand
 
Melhor Livro de Ficção Lusófona 
A Amante do Governador – José Rodrigues dos Santos 
D. Maria I – Isabel Stilwell 
O Homem Mais Feliz da História – Augusto Cury 
Princípio de Karenina – Afonso Cruz 
A Última Porta Antes da Noite – António Lobo Antunes 
Ensina-me a Voar Sobre os Telhados – João Tordo 
Jogos de Raiva – Rodrigo Guedes de Carvalho 
O Mistério do Caso de Campolide – Francisco Moita Flores 
Eliete – Dulce Maria Cardoso 
Pão de Açúcar – Afonso Reis Cabral 

Melhor Livro de Ficção de Autores Estrangeiros 
O Tatuador de Auschwitz – Heather Morris 
Chama-me pelo teu Nome – André Aciman 
Cada Suspiro Teu - Nicholas Sparks 
A Morte do Comendador I - Haruki Murakami 
Os Dez Espelhos de Benjamin Zarco - Richard Zimler 
Sangue e Fogo - A História dos Reis Targaryen - George R. R. Martin 
O Homem de Giz - C. J. Tudor 
O Desaparecimento de Stephanie Mailer - Joël Dicker 
Um Gentleman em Moscovo - Amor Towles 
A Minha Avó Pede Desculpa - Fredrik Backman

Melhor Livro de Poesia
Melhor Livro de Poesia Nómada - João Luís Barreto Guimarães 
Obra Poética I - António Ramos Rosa 
As Lições da Intimidade - Luis García Montero 
Poesia Reunida - Manuel Resende 
Agon - Luís Quintais 

Melhor Reedição de Obras Essenciais 
Dona Flor e os Seus Dois Maridos - Jorge Amado 
A Leste do Paraíso - John Steinbeck 
Os Três Mosqueteiros - Alexandre Dumas 
Odisseia de Homero – Homero 
Fahrenheit 451 - Ray Bradbury

No dia 23 de Abril, será divulgado o vencedor de cada categoria, numa cerimónia a realizar na Livraria Bertrand Chiado, aos quais será reservado um lugar de destaque nas livrarias Bertrand, ao longo de todo o ano de 2019.   

Vencedores da edição anterior
Até Que As Pedras Se Tornem Mais Leves Que A Água, de António Lobo Antunes Melhor livro de ficção lusófona 
Homens sem Mulheres, de Haruki Murakami  - Melhor livro de ficção de autores estrangeiros 







 

28/02/2019

O poder da mentira em «Jogos Cruéis», de Jodi Picoult

«Jogos Cruéis»
Jodi Picoult
Género: Literatura / Romance
N.º de páginas: 528
PVP: € 19,90
Data de publicação: MAIO

«Uma mistura escaldante de sexo e mistério numa cidade pequena.»  – People –

Muitos dos fãs de Jodi Picoult consideram Jogos Cruéis um dos seus melhores livros. 
Adaptado ao pequeno ecrã com James Van Der Beek no papel de protagonista (conhecido pela sua participação na série Dawson's Creek), Jogos Cruéis conta a arrepiante e controversa história de como um homem pode ser condenado duas vezes por um crime de abuso sexual que supostamente não cometeu. Através de uma narrativa cheia de reviravoltas inesperadas, Jodi Picoult leva o leitor a refletir sobre o poder da mentira e como esta tem a capacidade real de destruir a vida de pessoas inocentes. 

Sinopse: 
«Senhor St. Bride», repetiu o juiz, «admite que teve conscientemente contacto sexual com Catherine Marsh para satisfazer os seus próprios desejos?» […] «Sim, Meritíssimo», respondeu Jack com uma voz que continuava a não ser a sua. «Confesso.» 
Depois de cumprir pena por um crime de abuso sexual – que não cometeu – contra uma adolescente, Jack St. Bride decide refazer a vida na primeira cidade onde o seu instinto lhe diz para parar. Mas o passado não se apaga facilmente. Em Salem Falls, cidade maldita onde, em 1692, as famosas bruxas com o mesmo nome foram perseguidas... o destino tem reservado um desafio cruel para Jack

Sobre a autora:
Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e Escrita Criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante. O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram-na a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa corretora e numa editora, foi copywriter numa agência de publicidade e foi professora de Inglês. Em 2003, foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction e a esta consagração muitas outras se seguiram. Com mais de catorze milhões de exemplares vendidos, está traduzida em 34 idiomas.  



07/02/2019

«Má», de Chloé Esposito, nas livrarias a 8 de fevereiro

Alvie Knightly até pode acordar no Ritz, mas a sua vida não é um mar de rosas.
Para começar, tem a maior ressaca de sempre. E depois, a sua gémea mimada, Beth, foi encontrada morta na Sicília, e agora a polícia quer interrogá-la.
E ainda por cima, o namorado sexy de Alvie desapareceu com o dinheiro todo que roubaram a Beth.
Mas ele meteu-se com a miúda errada.

Alvie vai perseguir o seu ex em Roma num jogo de gato e rato em que só um pode sobreviver.
Não há fúria no inferno como a de uma mulher enganada… Mas será que Alvie conseguirá vingança antes de ser apanhada pelos seus crimes? 


Sobre a autora:
Chloé Esposito vive em Londres com o marido e a filha. Formada em Letras pela universidade de Oxford, foi professora, assessora de direção e consultora de moda na Condé Nast. Louca é o seu primeiro romance e o segundo.

06/02/2019

Espreite pela «Janela Indiscreta» de Mário Augusto

Espreite pela «Janela Indiscreta» de Mário Augusto: conversas, biografias e os melhores filmes das grandes estrelas de Hollywood agora em livro

Janela Indiscreta é o mais recente livro de Mário Augusto, que reúne conversas, biografias e os melhores filmes de 25 das maiores estrelas de Hollywood, como é o caso de Charlize Theron, George Lucas ou Scarlet Johansson.
O livro, que chegará às livrarias a 15 de fevereiro, tem o nome do magazine de cinema da RTP que Mário Augusto coordena e  apresenta há 17 anos. Com ilustrações - mais especificamente caricaturas - do ilustrador, cartunista, animador e caricaturista premiado André Carrilho e com prefácio da atriz Daniela Ruah, Janela Indiscreta promete, sem segredos nem maledicências, revelar o melhor das conversas que Mário Augusto tem tido ao longo das últimas três décadas com os maiores nomes da indústria cinematográfica.
Como já vem sendo habitual em livros anteriores de Mário Augusto, o lançamento de Janela Indiscreta será em Espinho, terra natal do autor. O evento terá lugar na sala António Gaio, do Centro Multimeios de Espinho, no dia 16 de fevereiro, às 16h30, e o livro será apresentado pelo humorista Francisco Menezes. Não fosse o autor um verdadeiro cinéfilo, no final da apresentação do livro e da sessão de autógrafos, terá lugar a antestreia de um filme inédito em Portugal.
A apresentação do livro irá também decorrer em diversas lojas FNAC do país - a maioria será acompanhada por uma exposição das caricaturas que ilustram o livro. A primeira terá lugar na FNAC do Colombo no dia 23 de fevereiro, às 18h30.
Segundo o ator Joaquim de Almeida, “o Mário partilha connosco as suas experiências e histórias de anos de convivência nos bastidores a que poucos conseguem ter acesso”. Janela Indiscreta é uma verdadeira viagem ao mundo do cinema.  

Sinopse: 
Ao longo de 35 anos de carreira na televisão, Mário Augusto realizou mais de duas mil entrevistas de cinema, sendo o jornalista português que mais estrelas entrevistou. Com algumas, a convivência e os reencontros enriqueceram as conversas, que foram muito para além do mais recente filme ou escândalo de Hollywood. Nos 15 anos do Janela Indiscreta, Mário Augusto selecionou as suas melhores entrevistas a 25 dos maiores nomes da indústria cinematográfica. Ilustrado com caricaturas certeiras de André Carrilho. Tal e qual! 

Sobre os autores:
Mário Augusto
nasceu em março de 1963, em São Félix da Marinha, perto de Espinho. É jornalista de televisão desde 1986, autor e apresentador de vários programas de divulgação de cinema. É o jornalista português que mais estrelas de cinema entrevistou para televisão, fez mais de duas mil entrevistas ao longo dos últimos 30 anos. Coordena e apresenta o mais antigo magazine de cinema da televisão portuguesa, o Janela Indiscreta, programa que em 2018 foi distinguido pela Sociedade Portuguesa de Autores como o melhor programa de entretenimento cultural da televisão portuguesa. Esteve na fundação da SIC, em 2009 regressou à RTP, trabalhou na rádio e é colaborador habitual de diversos jornais e revistas. É casado e pai de três filhos. Vive onde sempre viveu, em Espinho, uma paisagem à beira-mar que não troca por nada.

André Carrilho é um ilustrador, cartunista, animador e caricaturista natural da Amadora. Foi galardoado com mais de 30 prémios nacionais e internacionais e participou em exposições coletivas e individuais em Portugal, Espanha, Brasil, França, República Checa, China e EUA. O seu trabalho é publicado no New York Times, The New Yorker, Vanity Fair, Harper's Magazine e Diário de Notícias, entre outros. Em 2015, um dos seus cartoons sobre a epidemia do ébola tornou-se viral, sendo galardoado com o Grande Prémio no World Press Cartoon. No mesmo ano foi convidado a conceber um mural de caricaturas para decorar a famosa festa dos Óscares da revista Vanity Fair. 




14/01/2019

Novidades Bertrand em Janeiro 2019

Um retrato de sobrevivência às feridas invisíveis da guerra 

A perturbação de stresse pós-traumático é o ponto de partida do romance A Grande Solidão, de Kristin Hannah, autora de inúmeros sucessos de vendas do New York Times

A guerra do Vietname continua muito presente na memória dos norte-americanos e as suas feridas também. Além das cicatrizes dos veteranos de guerra, há outras mazelas não visíveis que se escondem em zonas mais profundas do corpo: no cérebro. Tendo como ponto de partida a perturbação de stresse pós-traumático, Kristin Hannah apresenta um romance que é um retrato fiel da fragilidade e da resiliência humana.

A história de A Grande Solidão gira em torno da família Allbright, que se muda para o Alasca numa tentiva de busca pela normalidade que antes reinara no seu lar. Mas à medida que os meses avançam e o inverno se aproxima, a escuridão toma o lugar da esperança  e o maior dos perigos reside dentro da pequena cabana em que habitam.

Sinopse:
1974, Alasca. Indómito. Imprevisível. E para uma família em crise, a prova definitiva. Ernt Allbright regressa da Guerra do Vietname transformado num homem diferente e vulnerável. Incapaz de manter um emprego, toma uma decisão impulsiva: toda a família deverá encetar uma nova vida no selvagem Alasca, a última fronteira, onde viverão fora do sistema. Com apenas 13 anos, a filha Leni é apanhada na apaixonada e tumultuosa relação dos pais, mas tem esperança de que uma nova terra proporcione um futuro melhor à sua família. Está ansiosa por encontrar o seu lugar no mundo. A mãe, Cora, está disposta a tudo pelo homem que ama, mesmo que isso signifique segui-lo numa aventura no desconhecido.
Inicialmente, o Alasca parece ser uma boa opção. Num recanto selvagem e remoto, encontram uma comunidade autónoma constituída por homens fortes e mulheres ainda mais fortes. Os longos dias soalheiros e a generosidade dos  habitantes locais compensam a inexperiência e os recursos cada vez mais limitados dos Allbright. À medida que o inverno se aproxima e que a escuridão cai sobre o Alasca, o frágil estado mental de Ernt deteriora-se e a família começa a quebrar.
Os perigos exteriores rapidamente se desvanecem quando comparados com as ameaças internas. Na sua pequena cabana, coberta de neve, Leni e a mãe aprendem uma verdade terrível: estão sozinhas. Na natureza, não há ninguém que as possa salvar, a não ser elas mesmas. Neste retrato inesquecível da fragilidade e da resiliência humana, Kristin Hannah revela o carácter indomável do moderno pioneiro americano e o espírito de um Alasca que se dissipa - um lugar de beleza e perigo incomparáveis. A Grande Solidão é uma história ousada e magnífica sobre o amor.

Sobre a autora:
Kristin Hannah é autora de inúmeros sucessos de vendas do New York Times. Nasceu em 1960 no sul da Califórnia, cresceu a brincar na praia e a fazer surf. Aos 8 anos, a família mudou-se para o estado de Washington. Trabalhou em publicidade, licenciou-se em Direito e exerceu advocacia durante alguns anos em Seattle. Quando a gravidez a obrigou a ficar de cama vários meses, Kristin retomou alguns textos antigos que tinha escrito em parceria com a falecida mãe, que sempre dissera que ela seria escritora. O marido encorajou-a, e, assim que o filho nasceu, Kristin abandonou a anterior
atividade profissional e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. O primeiro êxito surgiu em 1990 e desde então que a sua profissão é escrever. A autora já publicou mais de 20 romances. Ganhou prestigiados prémios como um Rita Award (Romance Writers of America) em 2004 com Entre Irmãs, e o National Reader’s Choice. A sua obra está traduzida em várias línguas. Vive com o marido e filho na costa noroeste dos Estados Unidos. 

Quando um bebé aparece de surpresa à porta da deslumbrante Katie, a sua vida sofre uma reviravolta. 

Nas livrarias a 18 de janeiro

Mantendo o registo a que já habituou os seus leitores com histórias românticas, apaixonantes e sensuais, Catherine Bybee está de regresso com o livro Não É Bem Meu. Katelyn Morrison, a deslumbrante herdeira da cadeia de hotéis Morrison, é a protagonista deste romance, no qual a sua vida sofre uma reviravolta quando lhe é deixado um bebé à porta da sua casa. 
 
Sinopse:
A deslumbrante Katelyn Morrison, também conhecida como «Katie», herdeira da cadeia de hotéis Morrison, parece ter tudo para ser feliz. Mas quando no casamento do irmão se confronta com Dean Prescott – o único homem que realmente amou –, Katie percebe que falta alguma coisa na sua vida. Então, o destino traça o seu caminho quando alguém abandona à porta de sua casa, envolvida num cobertor, uma bebé adorável. Uma carta comovente da mãe acompanha a menina, chamada Savannah, e perturba Katie, que decide ficar com ela até descobrir a identidade dos pais. Katie está ocupada com a criança e a última coisa de que precisa é de Dean... sobretudo quando a sua presença vem acordar sentimentos que ela pensava já estarem esquecidos. Dean sabe que Katie lhe está a mentir acerca da bebé e que não deve continuar a sofrer, mas não consegue ignorar a sua necessidade de proteger Katelyn - ou o seu desejo de estar perto dela. Com o mistério que envolve a criança
surpresa em vias de resolução, Katie e Dean ainda terão uma segunda oportunidade para serem felizes?   

Sobre a autora:
Catherine Bybee é uma autora bestseller do New York Times. Nasceu em Washington, mas mudou-se para a Califórnia depois do liceu na esperança de vir a tornar-se atriz. Em lugar disso, licenciou-se em enfermagem e fez a sua carreira sobretudo em urgências hospitalares. Atualmente, é escritora a tempo inteiro. Vive na Califórnia com o marido e os dois filhos. 

«Lá Fora Chove, Cá Dentro Também. Passo Aí a Apanhar-te?» é o romance de estreia de Antonio Dikele Distefano, autor italiano de origem angolana

Antonio Dikele Distefano é um dos autores sensação da atualidade. «Lá Fora Chove, Cá Dentro Também. Passo Aí a Apanhar-te?» é o seu romance de estreia e ainda antes de ter sido publicado em livro formato papel já era um verdadeiro fenómeno na Internet. O autor disponibilizou este seu primeiro trabalho narrativo via Amazon através de download gratuito e em pouquíssimo tempo alcançou os 10 mil leitores.

Filho de pais angolanos, Antonio Dikele Distefano nasceu e foi criado em Itália. Desde os doze anos que é um apaixonado do hip hop e da fotografia.
«Lá Fora Chove, Cá Dentro Também. Passo Aí a Apanhar-te?» é o reflexo do seu património, contado de forma meio autobiográfica, meio ficcionada em fragmentos com momentos singulares, como canções que, em conjunto, formam a banda sonora de uma vida. É a história de um primeiro amor e do seu fim escrito numa linguagem muito própria desta nova geração das redes sociais, com frases curtas e muito impactantes.  
«Lá Fora Chove, Cá Dentro Também. Passo Aí a Apanhar-te?» é muito mais do que a história de um jovem negro que se apaixona por uma jovem branca. É um conjunto de ideias e reflexões sobre os
temas da vida vistos por um jovem de vinte anos.    

Sinopse:
Esta é a história, meio autobiográfica, meio ficcionada, de um primeiro amor e do seu fim. Uma história que durou um ano e que desagradou a toda a gente. Porquê? Porque Antonio é negro, e a família da namorada não gosta dele por isso. Tem também de se confrontar com questões relacionadas com a sua própria família, os amigos, a escola e milhões de outros desafios relacionados com a adolescência. Namoros, amizades, amor, crescer… Esta é a história de um jovem contada em
fragmentos. É uma história de momentos singulares, como canções que, em conjunto, formam a banda sonora de uma vida.  

Sobre o autor:
Antonio Dikele Distefano é um jovem autor italiano de origem angolana. Este é o seu primeiro livro. 



 

«Imortalidade», de Rachel Heng, é um romance que abala os cânones da humanidade

Imortalidade
Rachel Heng
Género: Literatura / Romance
Tradução: Maria Dulce Guimarães da Costa
N.º de páginas: 304
PVP: € 17,70

A morte deixou de ser um tabu. Mas… é altamente ilegal 
 
No seu romance de estreia, Rachel Heng aborda um tema que está na ordem do dia: a manipulação genética. Em Imortalidade, a esperança média de vida ronda os 300 anos, contrastando com aquilo que ainda é os nossos dias. Rachel Heng traça um retrato daquilo que pode vir a ser o nosso futuro mais próximo, em que uma alimentação rigorosa e a uma atividade física pensada em detalhe aliadas aos extraordinários avanços genéticos constituem o cocktail perfeito. Se notícias mais recentes já dão conta de alterações genéticas em embriões para os dotar de resistência a vírus, Rachel Heng vai ainda mais longe. Mas irá assim tão mais longe do que a realidade já auspicia ou de facto a perfeição genética está a apenas um passo? Este romance, que faz abalar os cânones da humanidade, apresenta uma ficção distópica que levanta algumas questões provocadoras sobre a raça humana, a vida e a morte.

Sinopse:
Um romance que se desenrola no futuro próximo, em Nova Iorque, onde a esperança de vida ronda os 300 anos e a imortalidade é o único valor que verdadeiramente importa. É neste contexto que Lea tem de decidir entre o seu pai ou viver eternamente. Lea Kirino tem um conjunto de dados genéticos que lhe confere um potencial de eternidade se fizer tudo bem feito. E Lea é muito bem-sucedida. É uma corretora de sucesso na Bolsa de Nova Iorque onde, em vez de ações, se transacionam órgãos humanos, tem um apartamento sublime e um noivo que rivaliza com ela em perfeição genética. Com a ajuda adequada da HealthTech, uma rigorosa dieta de sumos e exercícios de baixa intensidade, tem a vida eterna ao seu alcance. Mas a vida perfeita de Lea sofre uma reviravolta quando, num passeio cheio de transeuntes, se cruza com o pai, supostamente distante. O seu regresso desencadeia uma profunda mudança no comportamento de Lea, que se vê atraída para o mundo misterioso do Clube do Suicídio, uma rede de pessoas poderosas e revoltadas que rejeitam a busca
da imortalidade pela sociedade e que preferem viver, e morrer, nos seus próprios termos. Neste mundo futuro, a morte não é só um tabu, mas também altamente ilegal, e Lea tem de escolher entre uma existência imortal asséptica e um tempo curto e agridoce com um homem que é a sua única família no mundo…

Sobre a autora:
Rachel Heng nasceu e cresceu em Singapura e este é o seu romance de estreia. Depois de se licenciar em Literatura Comparada e Sociedade pela Universidade de Columbia, trabalhou vários anos numa empresa financeira em Londres. Atualmente reside em Austin, onde frequenta uma pós-graduação em Ficção e Guionismo no Michener Center for Writers da Universidade do Texas. Os seus contos foram sempre muito aclamados pelas mais diversas publicações literárias, nomeadamente por The Offing, Prairie Schooner, The Adroit Journal e The Minnesota Review. Assim, não surpreende que também a sua ficção tenha sido bem recebida, recomendada e premiada com uma Menção Especial do Pushcart Prize e com o Prairie Schooner's Jane Geske Award.
 
 
 
 

25/07/2018

Novidade Bertrand - «O Décimo Círculo», de Jodi Picoult

O Décimo Círculo
Jodi Picoult
Género: Literatura / Romance 
N.º de páginas: 400  
PVP: € 18,80  

Uma história fortíssima que explora os laços inquebráveis entre pai e filha
 
Em O Décimo Círculo, Jodi Picoult levanta a questão: será possível reinventarmo-nos no decurso da nossa vida ou seremos obrigados a carregar os nossos erros para sempre?

Jodi Picoult, autora nº 1 do New York Times, é uma das autoras de romance feminino mais internacionais e populares da atualidade, e está de regresso com o livro O Décimo Círculo. 

À semelhança dos seus livros anteriores, em O Décimo Círculo as personagens debatem-se com uma questão moral difícil, neste caso em concreto: uma violação. Trixie Stone, de 14 anos, vê-se com a sua inocência perdida, e o seu pai, Daniel Stone, dispõe-se a «ir ao inferno e voltar para proteger a filha». Através desta história, Jodi Picoult levanta a questão: até onde iria para proteger um filho?  Este livro é ainda acompanhado de imagens de banda desenhada da autoria de Daniel Stone (pai de Trixie), que conta a história de uma rapariga que é raptada pelo diabo e levada para o inferno de
Dante, e do pai que, literalmente, desce ao inferno para salvá-la. 

Sinopse:
Uma história pungente sobre os laços inquebráveis entre pai e filha, a tentação de fazer de Deus e as suas perigosas repercussões.
Trixie Stone tem catorze anos e está apaixonada pela primeira vez. É a menina dos olhos do pai, uma aluna excelente, bonita e popular, até o seu mundo virar de pernas para o ar com um ato de violência. De súbito, tudo o que Trixie julgava saber sobre a sua família e sobre si própria parece ser mentira. Será possível que o namorado, que um dia fez Trixie tão feliz, seja o mesmo que tenha posto fim à sua infância? Ela diz que sim, o que faz com que o pai, um artista de banda desenhada de brandos modos com um passado turbulento, se disponha ao ir ao inferno e voltar para proteger a filha.
Uma história fortíssima que explora os laços inquebráveis entre pai e filha e levanta a questão: será possível reinventarmo-nos no decurso da nossa vida ou seremos obrigados a carregar os nossos erros para sempre?

Sobre a autora:
Jodi Picoult nasceu e cresceu em Long Island. Estudou Inglês e Escrita Criativa na Universidade de Princeton e publicou dois contos na revista Seventeen enquanto ainda era estudante. O seu espírito realista e a necessidade de pagar a renda levaram Jodi Picoult a ter uma série de empregos diferentes depois de se formar: trabalhou numa corretora e numa editora, foi copywriter numa agência de publicidade e professora de Inglês. Aos 38 anos, é autora de onze bestsellers e em 2003 foi galardoada com o New England Bookseller Award for Fiction. 


13/07/2018

«As Inseparáveis», de Kristin Hannah, é um hino à amizade no feminino

As Inseparáveis
Kristin Hannah, 
Género: Literatura / Romance
N.º de páginas: 550 
PVP: € 17,70 
Data de publicação: julho de 2018

«Uma mensagem inspiradora sobre o poder da amizade e da família» - Publishers Weekly

É sobre o vínculo da amizade que toda a narrativa de As Inseparáveis se desenrola, tendo Tully e Kate como as protagonistas de um romance que as acompanha desde a adolescência até a sua fase adulta. Kristin Hannah faz um retrato comovente e realista de uma amizade complexa e duradoura, com um final mais sombrio. Apesar do livro abordar um tema comum, Kristin Hannah tem a habilidade de trazer riqueza à história pela forma como narra os acontecimentos, mas também pela capacidade de incluir detalhes autênticos das diferentes décadas que a história atravessa, tais como descrições de modas, músicas, entre outros.  Será, certamente, um livro com o qual muitas mulheres se irão identificar independemente da sua idade.

«Um livro comovente que irá agradar aos muitos fãs da autora.» Library Journal  
«Um retrato comovente e realista de uma amizade longa e complexa.» Booklist

Sinopse:

Corre o ano de 1974 e o verão do amor está prestes a terminar. Os filhos das flores começam a perceber que não conseguem sobreviver apenas com paz e amor. Kate aceitou o seu lugar no fundo da cadeia alimentar social do liceu. Até que, para seu grande espanto, a «rapariga mais fixe do mundo», Tully, a rapariga que todos os rapazes querem conhecer, muda-se para a casa da frente e quer ser sua amiga. Tully e Kate tornam-se inseparáveis e, chegado o fim do verão, prometem ser «melhores amigas para sempre». Ao longo de trinta anos, Tully e Kate apoiam-se mutuamente, resistindo às tempestades próprias da amizade, do ciúme, da raiva, da dor e do ressentimento. Tully segue a sua ambição de conquistar o sucesso e a fama. Kate sabe  que a única coisa que quer é apaixonar-se e ter uma família. O que ela não sabe é que ser mãe e esposa é algo que a vai mudar.
Julgam ter sobrevivido a tudo, até que um ato singular de traição as separa. Mas será que os laços de amizade que antes as uniram serão mais fortes do que esse afastamento quando surge uma tragédia?

Sobre o autor:
Kristin Hannah é autora de inúmeros sucessos de vendas do New York Times. Nasceu em 1960 no sul da Califórnia, cresceu a brincar na praia e a fazer surf. Aos 8 anos a família mudou-se para o estado de Washington. Licenciou-se em Direito e trabalhou alguns anos em advocacia, em Seattle. Quando a gravidez a obrigou a ficar de cama durante vários meses, Kristin alguns uns textos antigos que tinha escrito em parceria com a falecida mãe, que sempre dissera que ela seria escritora. O marido encorajou-a e assim que o filho nasceu, Kristin abandonou a anterior atividade profissional e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. O primeiro êxito surgiu em 1990 e desde então que a sua profissão é escrever. A autora já publicou mais de 20 romances. Ganhou prestigiados prémios como um Rita Award (Romance Writers of America) em 2004 com Entre Irmãs, e o National Reader’s Choice. A sua obra está traduzida em várias línguas. Vive com o marido e filho na costa noroeste dos Estados Unidos.