Mostrar mensagens com a etiqueta Vogais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vogais. Mostrar todas as mensagens

10/07/2018

Vogais - Como Sobreviver a um Filho da P*ta

Não é por acaso que livros como A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*da surgem no top de livros mais vendidos um pouco por todo o mundo. 
Afinal de contas, conviver com idiotas, seja no local de trabalho ou em outras situações, pode prejudicar o nosso desempenho e afetar o bem-estar. Estudos demonstram que ter um idiota numa equipa reduz o desempenho até 40 por cento. Se se sente ansioso, sobrecarregado, subestimado ou intimidado porque trabalha com alguém que é um filho da p*ta, agora já pode aprender como evitar, enganar e desarmar as armadilhas que lhe colocam. Como Sobreviver a um Filho da P*ta (Vogais | 224 pp | 15,49€) é a solução! 
Robert I. Sutton, professor na Califórnia e autor de seis livros de Gestão, incluindo os bestsellers do New York Times, The No Asshole Rule e Good Boss, Bad Boss, começa por fazer o diagnóstico: com que tipo de idiota é que está a lidar? A partir daí, fornece estratégias testadas para lidar com pessoas rudes, mal-educadas, irritantes, desagradáveis ou meramente incompetentes. 
Útil e divertido, este livro vai ajudá-lo a analisar as situações e a desenvolver um plano pessoal que irá preservar a sua sanidade mental, evitando que os dias bonitos sejam arruinados por algum idiota. A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura aqui. Capa e press em anexo.
ELOGIOS
"Sutton offers a variety of techniques that people suffering the presence of difficult individuals at their work, in their sports teams or just in everyday life can employ to deal with them or fight back. . . This is a small book but it could play a big part in making us treat others better." —Forbes 

"If everyone had paid attention to the Stanford business professor's best-selling 2007 management manifesto, "The No Asshole Rule," there would be no need for a follow-up. Yet here we are." —Esquire
"First, The No Asshole Rule alerted us to the problem. Now, The Asshole Survival Guide offers the solution. This book is a contemporary classic—a shrewd and spirited guide to reducing our exposure and protecting ourselves from the jerks, bullies, tyrants, and trolls who seek to dispirit and demean. Now more than ever, with civility and decency under attack, we desperately need this antidote to the a-holes in our midst.” —Daniel H. Pink, bestselling author of To Sell is Human and Drive
Avaliação de Idiotas : qual a gravidade do problema: —«Os idiotas recorrem a uma hoste de truques sujos para atormen‑ tar os seus alvos. Prestem atenção a estes pequenos acepipes contidos nos e‑mails que recebo. Carolos nas orelhas. Gritos. Um sorriso caloroso enquanto lhe sussurra ao ouvido: «És um falhado. Vou acabar contigo.» Uma idiota passivo‑agressiva que trata as pessoas como se fossem invisíveis e ignora os seus pedidos. Convida apenas os seus «preferidos» para a festa de Natal do escritório. Interrompe‑o «cinco vezes em cinco minutos». Pergunta: «Já acabaste essa merda?» Marca reuniões de equipa obrigatórias aos domingos. Atormenta‑a por trabalhar com demasiado afinco. Fulmina todos com o olhar, chama nomes, aparece todas as manhãs de mau humor, lança provocações constantes e trata todos os assuntos como se fossem uma emergência, faz tempestades em copos de água. Bajula os colegas pela frente e depois inventa mentiras maliciosas nas suas costas. Faz queixa de um empregado por chegar 15 minutos antes da hora. Tem um acesso de fúria por causa de uma entrega tardia de água para o dispensador do escritório. Faz‑ ‑lhe um elogio em oito anos de trabalho. Usa palavrões em quase todas as frases. Quando se irrita, respira como o Darth Vader. Despede os empregados pelo telefone e insiste em que outros colegas o façam também. Diz a uma colega de trabalho que os clientes têm pena dela por causa dos seus «olhos tristes». Chama a uma cliente «vaca horrorosa e andrajosa» quando esta não está a ouvir. Atira um cigarro aceso contra ele. Agarra‑a e morde‑a no braço, «para deixar marca». —  Robert I. Sutton
 
 

10/05/2018

VOGAIS: Açúcar: O Inimigo Invisível, de Miguel Ángel Almodóvar

Os bolos e os doces são a face visível do açúcar. Mas o verdadeiro perigo esconde-se na grande quantidade de produtos à venda com designações enganosas que nos levam a pensar que estamos na presença de alimentos e bebidas saudáveis. Esta premissa levou o Ministério da Saúde a lançar recentemente uma campanha publicitária com o objetivo combater o consumo de açúcar em excesso e alertar para os alimentos onde este ingrediente está "escondido". Afinal, um terço das crianças portuguesas tem excesso de peso e sofre, ou já sofreu, de obesidade. Na população adulta essa percentagem sobe para mais de 50%. 
A presença do açúcar em alimentos processados e bebidas industriais veio aumentar em grande escala o consumo desta substância, que em poucos anos deixou de ser considerada um luxo alimentar gerador de prazer para se revelar um verdadeiro inimigo da saúde. Mas como aconteceu essa mudança? Que perigos oferece, de facto, o açúcar para a nossa saúde? Que doenças se desenvolvem especificamente a partir do seu consumo exagerado? E, acima de tudo, o que podemos fazer para reduzir este consumo e regressar a hábitos alimentares mais saudáveis? 
Em Açúcar: O Inimigo Invisível (Vogais | 256 pp | 16,59€), Miguel Ángel Almodóvar, investigador na área da saúde e alimentação, analisa de forma séria e imparcial os riscos que o consumo desenfreado de açúcar comportam para a saúde, contribuindo para o aumento da taxa de obesidade e, consequentemente, da proliferação de doenças como a diabetes tipo 2, a síndrome metabólica, os problemas cardiovasculares e até o cancro. Os primeiros capítulos estão disponíveis para leitura aqui.
Há mais de 26 séculos, Hipócrates, médico da Grécia Antiga, sentenciou que somos o que comemos e que o alimento deve ser o principal medicamento e o fundamento, estando presente, ou não, para a saúde humana. Desde então, a ideia foi-se aperfeiçoando e desenvolvendo. Com o tempo, fomos descobrindo que não somos o que comemos, mas sim o que assimilamos do alimento. Recentemente, descobrimos que somos a soma do que comemos e do que o nosso microbioma, um ecossistema formado por 100 biliões ou 100 milhões de milhões de microrganismos alojados no nosso sistema gastrointestinal, come. Poderia parecer que estas descobertas foram gerando complexidade e promovendo a confusão, mas, pelo contrário, estas revelações e o conhecimento acumulativo vieram explicar-nos que a nossa saúde e qualidade de vida, bem como o nosso desconforto, mal-estar ou doenças mais ou menos cronificadas, dependem de determinados alimentos e das combinações entre eles.
 


21/02/2018

A neta mestiça do brutal comandante nazi da Lista de Schindler, Amon Göth

Amon: O Meu Avô Podia Ter-me Matado
Páginas: 224 
PVP: 16,59€
Já nas livrarias 
Uma memória espantosa de trauma cultural e identidade pessoal.» — Booklist
«Inesquecível… A demanda de Teege para descobrir a sua história pessoal é fortalecedora.» —  Publisher’s Weekly

Conta a história extraordinária da mulher que um dia descobre que é neta de Amon Göth, o brutal comandante nazi imortalizado no filme A Lista de Schindler
É num livro de capa vermelha aninhado numa estante da Biblioteca Central de Hamburgo que Jennifer Teege reconhece o nome da mãe biológica e descobre um facto que viria a mudar para sempre a sua vida: o seu avô era Amon Göth, o sanguinário comandante nazi imortalizado ­por Ralph Fiennes no filme de Steven Spielberg, A Lista de Schindler.
Jennifer Teege é uma alemã de origem nigeriana que foi criada num orfanato e acabou por ser adotada aos 7 anos de idade. Apesar de ter mantido algum contacto com a família biológica, nem a mãe nem a avó alguma vez lhe contaram a verdade acerca do avô, o comandante do campo de Płaszów, que veio a ser enforcado em 1946 por crimes contra a Humanidade.
Aos 38 anos, a descoberta acerca do seu passado familiar provoca-lhe uma depressão profunda e o desejo de desenterrar toda a história, conduzindo-a numa demanda que a leva até Cracóvia — onde ficava o gueto que o avô «limpou» de judeus e o campo de concentração que dirigia — e de regresso a Israel, onde em tempos vivera e conhecera a realidade judaica.
Quanto mais Jennifer descobre sobre o avô, mais é assolada por uma certeza: se soubesse que tinha uma neta negra, Amon Göth tê-la-ia matado.
A Vogais disponibiliza os primeiros capítulos para leitura aqui.
​
Sobre a autora:
Jeniffer Teege trabalha em publicidade desde 1999. Ainda sem qualquer noção do seu passado familiar, viveu durante quatro anos em Israel, onde se tornou fluente na língua hebraica e conheceu a realidade judaica, tomando também contacto com o conflito israelo-árabe. É licenciada em Estudos do Médio Oriente e Estudos Africanos pela Universidade de Telavive. Vive atualmente na Alemanha, com o marido e os seus dois filhos. Este é o seu primeiro livro.
Nikola Sellmair é licenciada pela Universidade Ludwig-Maximilians, de Munique, e já trabalhou em Hong Kong, Washington, Israel e Palestina. É jornalista da revista alemã Stern desde 2000, tendo recebido vários prémios pelo seu trabalho, nomeadamente o Prémio de Jornalismo Germano-Polaco, pelo primeiro artigo de sempre sobre a história de Jennifer Teege. Neste livro, junta a sua voz à de Jennifer, contribuindo com uma narrativa paralela, baseada em entrevistas a familiares e amigos da neta de Amon Göth.

19/02/2018

Novidade - A Dieta de Pioppi - O segredo de longevidade da aldeia mais saudável do mundo

E se afinal não estiverem a dizer-nos a verdade acerca da nossa saúde?
Somos constantemente aconselhados por médicos e  nutricionistas a evitar um sem-número de alimentos por conterem demasiada gordura, açúcar ou calorias, bem como a exercitarmos o corpo de modo a sermos mais saudáveis. Mas a verdade é que a obesidade e o consequente risco de diabetes tipo 2, cancro e doença cardíaca não para de aumentar a nível mundial. Estaremos mesmo a seguir a direção correta em termos de  estilo de vida e de alimentação? 
O conceituado cardiologista Aseem Malhotra e o cineasta Donal O’Neill dão a conhecer, em A Dieta de Pioppi (Ed. Vogais | 354 pp | 18,79€)  o exemplo da pequena aldeia italiana de Pioppi, onde todos os habitantes parecem ter uma vida longa e saudável sem fazerem nenhum tipo de sacrifício. Neste livro, os autores combinam a experiência do estilo de vida desta povoação com décadas de investigação ao nível da medicina e da nutrição.
O que são alimentos processados? | Porquê implicar com o açúcar | A gordura saturada não entope as artérias | Colesterol: amigo ou inimigo? | A raiz da doença coronária: Resistência à insulina e inflamação | A diabetes de Tipo 2 é doença de intolerância aos hidratos de carbono | Deixar de contar calorias e parar de petiscar | O Mito da atividade física na obesidade: a má alimentação não se vence a correr | Movimento é medicamento |  Stress |  Jejum intermitente
De modo a acabar com mitos alimentares, estes dois especialistas criaram este plano simples e prático, que em 21 dias poderá transformar a sua vida e ajudá-lo a alcançar um nível de pleno bem-estar:
Diretrizes | O protocolo de movimento | Os dez alimentos principais para o Aseem e o Donald | Uma semana na vida da Dieta de Pioppi | Lista de compras recomendadas | Pequeno-almoço | Almoço | Jantar | Acompanhamentos

ELOGIOS 
«Este livro é revolucionário. Devia ser lido por toda a gente.» — Sir Richard Thompson, médico pessoal da rainha de Inglaterra entre 1984 e 2005
«Este livro tem a capacidade de tornar milhões de pessoas mais saudáveis e mais felizes.» —  Andy Burnham, Presidente da Câmara de Manchester e antigo Secretário de Estado da Saúde britânico
«Mudar o estilo de vida é essencial para a abordagem dos malefícios da obesidade, e este livro mostra de forma articulada e prática como escolher de maneira sensata aquilo que se come. Devia existir em todos os lares e ser lido por todos os médicos e estudantes de Medicina.» — Sue Bailey, Presidente da Academy of Medical Royal Colleges

«Em termos simples, a Dieta de Pioppi foi concebida para o ajudar a sintonizar-se com o seu organismo e a reconhecer e reagir aos seus requisitos: alimento, sono, movimento, respiração e «exercício físico» — a que preferimos chamar «movimento pleno». O resultado é uma demonstração subtil mas incrivelmente forte da capacidade de o corpo fazer de nós mais esbeltos, mais felizes e mais enérgicos.
Não se contente apenas com a nossa palavra. Temos o privilégio de contar com a sapiência e o apoio de uma miríade de prestigia-dos cientistas internacionais, incluindo cardiologistas e especialistas em obesidade. Aliado à nossa experiência e a outros testemunhos, pode confiar que as soluções da Dieta de Pioppi são movidas pelas melhores provas científicas modernas disponíveis.
Este livro baseia- -se num documentário de 2016, The Big Fat Fix, uma coprodução minha e de Donal O’Neill, cineasta e atleta internacional. O anterior secretário de Estado da Saúde, e atual autarca da Grande Manchester, Andy Burnham, reconheceu publicamente o potencial deste documentário em termos de «ajudar milhões e salvar milhares de vidas» — o nosso objetivo por excelência —, e eu peço-lhe e enco-rajo-o ativamente a partilhar os segredos de saúde da Dieta de Pioppi com a família, amigos e colegas por toda a parte. Acredite, nunca é demasiado cedo — nem tarde demais — para fazer mudanças de vida positivas. Citando um jovem redator da revista Men’s Health, que transfor-mou a saúde e a vida ao adotar estas mudanças, «Esta treta dá mesmo resultado.»
SOBRE OS AUTORES 
Descrito como uma inspiração para Jamie Oliver, Aseem Malhotra é um conceituado cardiologista britânico que se tornou um nome incontornável ao nível das campanhas de saúde alimentar no Reino Unido. Colabora regularmente com publicações médicas e jornais de referência, como o Guardian, o Telegraph e o Daily Mail, e participa com frequência em campanhas mediáticas contra o açúcar e a medicação em excesso. É também o cardiologista consultor do Fórum Nacional de Obesidade do Reino Unido. 
Antigo atleta internacional irlandês, Donal O’Neill é atualmente realizador de documentários, que transpõe para os seus filmes a paixão pelas questões da saúde e do desempenho humano. Em 2005, juntou-se a Aseem Malhotra para produzir The Big Bad Fix, descrito pelo conceituado académico Tim Noakes como «o melhor filme de sempre sobre o tema da saúde».


25/09/2017

VOGAIS: Hitler e a dependência de drogas no Terceiro Reich

«Espantoso, cativante, convincente. A história por contar da relação do Terceiro Reich com as drogas, incluindo cocaína, heroína, morfina e, sobretudo, metanfetaminas. Altera o que pensávamos saber sobre a Segunda Guerra Mundial.» — The Guardian

«Um livro verdadeiramente extraordinário» — BBC News

«Fantástico e energético. Reconta a história da guerra pelo prisma de um comprimido. Tem a capacidade incomum de perturbar.» —  The Times

Delírio Total: Hitler e as Drogas no Terceiro Reich, do romancista premiado, argumentista e jornalista alemão Norman Ohler (Ed. Vogais | 320 pp| 18,79€), nasce de uma investigação meticulosa que expõe uma perspetiva surpreendente da Segunda Guerra Mundial: a elevada dependência de drogas da Alemanha nazi, nomeadamente de cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas.
O regime nazi pregava uma ideologia de pureza física, mental e moral. Mas, como Norman Ohler revela nesta envolvente história baseada em fontes até agora inéditas, o Terceiro Reich estava saturado de drogas: cocaína, opiáceos e, sobretudo, metanfetaminas, usadas por toda a gente — de operários fabris a donas de casa — e vitais para a resistência das tropas, explicando, em parte, o rápido avanço e a vitória alemã em 1940. O uso promíscuo de drogas, inclusive ao mais alto nível, também afetou a tomada de decisões, com Hitler e o seu séquito a refugiarem-se em cocktails de estimulantes potencialmente letais, administrados pelo médico Theo Morell, incapazes de reverter o curso da guerra, que se virava contra a Alemanha.
Embora as drogas por si só não possam explicar as tóxicas teorias raciais dos nazis ou os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, esta descoberta leva-nos a ver os crimes de guerra cometidos contra a humanidade a uma nova luz. Delírio Total é, assim, uma peça crucial para entendermos a História mundial.
Este livro entra na pele de assassinos em massa ávidos de sangue e de um povo obediente que era necessário limpar de todo o veneno, racial ou outro, penetrando nas suas veias e artérias. Nelas não corria a pureza ariana mas sim a química alemã, por sinal bastante tóxica. E isto porque, onde a ideologia já não conseguia chegar, e apesar de todas as proibições, dava-se uma ajuda com substâncias farmacológicas excitantes e estimulantes, que não eram reprimidas, tanto na base como no topo. Hitler também fez o mesmo, tal como as próprias Forças Armadas, que recorreram, em grande dimensão, à substância estimulante metanfetamina (hoje conhecida como crystal meth) para as suas campanhas de conquista. Na sua manipulação das drogas, esses criminosos mostraram uma hipocrisia cuja revelação esclarece agora aspetos decisivos do que fizeram. Caiu uma máscara que nunca pudemos saber que existia. — Norman Ohler

Norman Ohler é um romancista premiado, argumentista e jornalista alemão. Passou cinco anos a pesquisar para Delírio Total em numerosos arquivos na Alemanha e nos Estados Unidos, e falou com testemunhas, historiadores militares e médicos. Publicou três romances, um dos quais o primeiro romance hipertexto do mundo, e coescreveu o argumento do filme de Wim Wenders, Palermo Shooting. Mais sobre o autor: www.normanohler.de


14/09/2017

VOGAIS: Que a Força esteja com... Os Diários da Princesa, de Carrie Fisher (Divertido, hilariante e memorável)

«Uma meditação ponderada e sarcástica do preço da fama.» — The New York Times Book Review

Há muito tempo, num estúdio em Inglaterra...

«Passei tantos anos a não contar que eu e o Harrison tivemos um caso durante o primeiro filme Star Wars, que é difícil saber exatamente como contá‑lo agora.»

Quando Carrie Fisher descobriu os diários que manteve durante as filmagens do primeiro Star Wars, ficou surpreendida com o que encontrou: poemas lamurientos, meditações ingénuas, e uma vulnerabilidade que mal conseguiu reconhecer. Hoje, a sua fama enquanto autora, atriz e ícone da cultura pop é indiscutível, mas, em 1977, Carrie era uma adolescente com uma paixão pelo seu coprotagonista, Harrison Ford.

Os excertos partilhados em Os Diários da Princesa (Ed. Vogais | 272 pp | 18,79€ | 18 de setembro) são uma lembrança íntima e reveladora do que aconteceu no set de um dos mais famosos filmes de sempre — e o que se passou nos bastidores. É também uma reflexão sobre as alegrias e a loucura da celebridade, e o absurdo de uma vida nascida na realeza de Hollywood, ultrapassada pela sua própria realeza uma galáxia distante.

Divertido, hilariante e memorável, Os Diários da Princesa proporcionam uma visão perspicaz do tipo de estrelato que poucos alguma vez viverão.
 
​ ​ EXCERTOS
«Eu gostava de ser a Princesa Leia. Ou de que a Princesa Leia fosse eu. Com o tempo, achei que nos fundíramos numa só. Acho que ninguém pode pensar na Leia sem eu estar latente algures. E não me refiro a masturbação. Portanto, a Princesa Leia somos nós.»
«Se eu andasse no liceu em vez de a fazer espetáculos com a minha mãe, teria tido acesso aos locais mais adequados ao aparecimento das minhas emoções de adolescente. Teria vivido uma vida de adolescente. Mas dado não estar a desfrutar dessa vida, passava a vida apaixonada por homens gays. Além do Lynn, também houve o Albert, bailarino no show da Broadway Irene, com a Debbie. Era atraente e gay (apesar de, na minha opinião pouco informada, não se perceber) e costumávamos curtir nos camarins. A minha mãe estava ao corrente, por isso, que merda era aquela? Eu só tinha 15 anos e era um fruto apetecido, mas ilegal. A minha mãe disse:
— Se vais fazer sexo com o Albert, se quiseres eu posso assistir e dar indicações. Para ser justa, nessa altura a minha mãe andava mesmo de cabeça perdida. Toda a vida dela se desmoronava, por isso ela tentava escora‑la providenciando algum amor de mãe aberto e/ou excêntrico.» 

SOBRE A CARRIE FISHER
Carrie Fisher foi atriz, escritora e humorista. De nacionalidade americana, foi famosa desde o seu nascimento, em 1956, fruto da celebridade dos pais, Debbie Reynolds e Eddie Fisher. Tornou-se um ícone de impacto mundial ao interpretar a Princesa Leia na série Star Wars, papel que a havia de acompanhar ao longo de toda a vida e carreira, e que levaria a Disney a atribuir-lhe o título de Disney Legend postumamente, em 2017.
Combateu, ao longo da vida, o distúrbio bipolar que lhe foi diagnosticado, e tornou-se uma das vozes públicas mais importantes a advogar pela causa das doenças mentais. Faleceu, de ataque cardíaco, em dezembro de 2016. 


17/07/2017

VOGAIS: Plantar uma paisagem num único vaso ou um ecossistema inteiro num frasco de doce? Holly Farrell explica como.

Não precisa de muitos metros quadrados para criar belos espaços verdes. Quem precisa de um grande jardim, quando pode plantar uma paisagem num único vaso ou um ecossistema inteiro num frasco de doce? Jardins em Miniatura (Vogais | 144 pp | 13,99€ | Capa dura) mostra-lhe como criar jardins minúsculos mas muito gratificantes.

Com floreiras que vão desde bules a rolhas de cortiça e frascos de doce, existem jardins que se adequam a cozinhas e casas de banho, salas de estar e escritórios. No exterior, pode-se fazer um jardim em miniatura simplesmente através da colocação de um vaso no parapeito, no alpendre ou na varanda.
A jardinagem em miniatura não é só para aqueles que têm pouco espaço, é também para os que têm pouco tempo.Os projetos de jardinagem descritos neste livro são de fácil realização e manutenção e não requerem experiência anterior. Todos os esquemas de plantação possibilitam a sua adaptação aos seus gostos e imaginação. Introduzir alguma vegetação na vida tem benefícios bem documentados. Estes jardins em miniatura são ideais para inspirar pessoas de todas as idades a praticar um pouco de jardinagem, seja uma floreira de janela, um vaso à porta de casa ou um terrário no parapeito. 
Os capítulos são fáceis de percorrer para se ocupar num dia de chuva (ou de sol), e muitos dos jardins têm a vantagem de ficar completos e adultos de imediato, o que faz deles prendas fantásticas para adultos e crianças. Um livro criativo, divertido e que irá estimular a imaginação de miúdos e graúdos!​

PAISAGENS EM MINIATURA: 
Um bosque de salgueiros; Um prado de verão; Uma selva num vaso; Uma floresta de inverno; Um terraço de suculentas; Adaptação ao calor; Um relvado numa caixa.
TERRÁRIOS: Ecossistemas em miniatura; Recipientes de terrário e camadas básicas; Plantio de terrário; Terrários de folhagem e flores; Terrários de catos; Terrários de bolbos de floração na primavera; Terrários de plantas carnívoras; Aquários; Terrários de musgo e líquenes.
JARDINS VERTICAIS: 
Lua de plantas aéreas; Arte com musgo; Graffíti de musgo; Kokedama; Jardins suspensos; Jardins de parede; Jardins em coroa.
JARDINS AQUÁTICOS E SELVAGENS: 
Lagos em miniatura; Jardins para abelhas e borboletas; Jardim numa caixa; Jardins para minicriaturas.
JARDINS PRODUTIVOS: 
Jardins de ervas aromáticas; Torre de morangueiros; Bule; Quadro de microfolhas; Plantação de ananases.
O BÁSICO DA JARDINAGEM EM MINIATURA: 
Plantar jardins em miniatura; Manutenção de jardins em miniatura; Rega; Alimentação; Pragas; Doenças.
​ 
SOBRE A AUTORA
Holly Farrell passou dois anos nos Jardins Wisley, no Surrey, Reino Unido, que fazem parte da Sociedade Real de Horticultura (Royal Horticultural Society). Aí, obteve um diploma em Practical Horticulture e o Certificado e Diploma RHS (ambos com louvor), e ganhou o Prémio Nicholson pelo seu contributo geral para os Jardins Wisley, enquanto estagiária. Depois de trabalhar como jardineira-chefe em propriedades privadas, atualmente conjuga o design de jardins para clientes particulares com a sua carreira enquanto escritora de artigos e livros de jardinagem. 

VOGAIS: Tom Holland, um dos historiadores mais prestigiados do Reino Unido, regressa com «Dinastia: Ascensão e Queda da Casa de César»

O primeiro considerava-se o «favorito dos deuses», o segundo abriu as portas a uma época de terror, o terceiro fez da depravação a sua marca, o quarto morreu envenenado e o quinto ficou conhecido por ter ateado um dos maiores incêndios da história. Eis as glórias e tragédias dos imperadores da primeira dinastia do Império Romano, cuja lenda atravessou os séculos.

Envolta em exageros e falsidades, a família que transformou para sempre os destinos da Roma imperial é o tema de Dinastia: Ascensão e Queda da Casa de César (Vogais | 512 pp I 24,99€), o novo livro de Tom Holland, um dos historiadores mais prestigiados do Reino Unido e autor de várias obras sobre a antiguidade clássica, como Fogo Persa, Rubicão ou Milénio.

Recém-editado pela Vogais, Dinastia retrata a ascensão e queda da Casa de César. São mais de 500 páginas de leitura compulsiva, num relato empolgante que já mereceu o aplauso da crítica e da academia. «Uma maravilhosa narrativa que deve ser lida por todos os que se interessam por história, política e natureza humana», defendeu Boris Johnson, ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, no jornal Mail on Sunday. «Um relato magistral desse primeiro e perverso século do Império Romano», louvou Adam Nicolson no Sunday Times. «Absolutamente vertiginoso», escreveu Tim Stanley no History Today.
 
Sinopse:
O retrato da família que transformou o Império Romano para sempre
Augusto | Tibério | Calígula | Cláudio | Nero


Primeiro governada por reis, Roma tornar-se-ia uma república. Mas no fim, após conquistar o mundo, a república desmoronou-se. Roma afogou-se em sangue. As guerras civis foram tão terríveis, que o povo romano acolheu de bom grado o governo de um autocrata que lhes poderia dar a paz. «Augusto», o seu novo senhor, intitulava-se «O Divino Favorito».
O fantástico esplendor da dinastia fundada por Augusto nunca esmoreceu. Nenhuma outra família se compara em fascínio com a sua galeria de personagens: Tibério, o grande general que acabou os seus dias como um recluso amargurado, célebre pelas suas perversões; Calígula, o mestre da crueldade e humilhação; Agripina, a mãe de Nero, cujas manobras levaram o filho ao poder, e que acabaria por morrer por ordem dele; Nero, que pontapeou a mulher grávida até à morte, que se casou com um eunuco, e que ergueu um palácio de prazer no centro dos escombros de uma Roma destruída pelo fogo.
​
Sobre o autor: 
Tom Holland é autor de Rubicão, O Triunfo e a Tragédia da República Romana (ed. Aletheia, 2008), que ganhou o prémio Hessell-Tiltman for History e fez parte da shortlist do prémio Samuel Johnson. Persian Fire, a sua história das guerras Greco-Pérsicas, ganhou o Prémio Anglo-Hellenic League’s Runciman em 2006.
Já adaptou obras de Homero, Heródoto, Tucídides e Virgílio para a BBC. Em 2007, foi o vencedor do prémio Classical Association, atribuído ao «indivíduo que mais fez pela promoção do estudo da língua, literatura e civilização das antigas Grécia e Roma». É apresentador do programaMaking History na BBC Radio 4. Saiba mais sobre o autor em: www.tom-holland.org

01/07/2017

Novidades VOGAIS

ELOGIOS
Uma visão lúcida e clara da mistura irracional de loucura com método, de dever com maldade, que a Gestapo praticava.»  - The Telegraph
«O Professor Frank McDonough descobriu muita informação inovadora, que recolheu neste estudo lúcido e autorizado.» - The Times
«Um trabalho verdadeiramente esclarecedor sobre os métodos, motivações e histórias das pessoas que tentaram policiar o pensamento dos habitantes do Terceiro Reich.» - Independent
Frank McDonough é professor de História Internacional na Universidade John Moores em Liverpool, e o seu Twitter  é um dos mais populares do mundo (com temática histórica) e pode ser encontrado em @FXMC1957.

O objetivo central deste livro é explorar o impacto da Gestapo nos cidadãos alemães que viviam sob o regime de Hitler. Começa com uma explicação detalhada do modo como a Gestapo nasceu. Observa, em seguida, os antecedentes e métodos dos agentes da Gestapo, fornecendo alguma informação nova bastante surpreendente. Investiga depois as principais vítimas do terror nazi, com especial destaque para os dissidentes religiosos, os comunistas, os «marginais sociais» e os judeus. É nestes capítulos que as trágicas provações humanas das vítimas assumem o protagonismo. Sublinha-se de igual forma a extensão da ajuda fornecida à Gestapo pelo público, pela Polícia Criminal (Kripo), e pelas agências de assistência social. Segue-se um pormenorizado capítulo de conclusão que explica o destino dos agentes da Gestapo nos julgamentos do pós-guerra. No geral, este livro fornece uma contribuição muito importante para a compreensão do terror na sociedade nazi. - Frank McDonough

A Gestapo tornou-se uma lenda. Descrita popularmente como uma espécie de Big Brother todo-poderoso do estado policial totalitário nazi, tinha como objetivo declarado a perseguição dos «inimigos do povo». Mas, de todas as histórias que se construíram à volta deste tão importante braço das SS, quais serão verdade?
Baseando-se numa investigação detalhada de documentos até hoje não publicados, Gestapo: O Mito e a Realidade da Polícia Secreta de Hitler (Vogais l 360 pp | 19,99€) debruça-se sobre as histórias fascinantes, vívidas e frequentemente perturbadoras de todos aqueles que na Alemanha se opuseram ao regime de Hitler. Conta também as narrativas dos seus vizinhos, amigos e familiares, que tantas vezes se viram apanhados na teia da Gestapo, como informadores ou mesmo trabalhando diretamente com a agência.
Ao questionar a versão oficial, expondo as limitações de pessoal que a Gestapo tinha, e que tornavam impossível vigiar a totalidade da população, ficamos finalmente a conhecer os métodos e as técnicas que a polícia política do regime usava de facto na sua insidiosa missão.
É ao investigar em grande pormenor casos da Gestapo que este livro oferece uma entrada original e provocante para a vida quotidiana na Alemanha nazi, e pinta um retrato gráfico de várias vítimas do terror nazi. - Frank McDonough

​A VOGAIS disponibiliza os primeiros capítulos para leitura imediata aqui. ​

SOBRE
Frank McDonough é professor de História Internacional na Universidade John Moores em Liverpool, cidade onde nasceu. Estudou História na Universidade de Oxford e obteve o seu doutoramento na Universidade de Lancaster.
É autor de vários livros sobre o Terceiro Reich, nos quais se incluem Hitler and the Rise of the Nazi Party (2012), The Holocaust (2008) ou Hitler and Nazi Germany (1999), assim como uma variedade de outros títulos sobre História e Política. É, ainda, presença frequente na rádio e televisão, em programas onde se discute o Terceiro Reich. Já colaborou com instituições como a National Geographic, o Discovery Channel, a BBC, o Channel 5 ou a Russia Today. Também já foi consultor da BBC no âmbito de programas dedicados à História.  
 
 
«Se não gerir a sua carreira, quem o fará? Jenny Blake lembra-nos de que vivemos num mundo diferente em que as possibilidades são infinitas – desde que esteja disposto a Dar a Volta.» — Seth Godin, autor de O Ponto Morto
«Não sabe qual será o seu próximo passo? Leia este livro. Jenny Blake é uma das vozes mais sensatas e inovadoras do desenvolvimento profissional e esta é a sua melhor obra.» — Jeff Goins, autor de The Art of Work
«Hoje, uma pessoa tem, em média, onze empregos e entre três a seis carreiras, motivo pelo qual Dar a Volta é uma leitura essencial para qualquer profissional.» — Dan Schawbel, autor de Promote Yourself e Me 2.0

Uma leitura essencial e prática sobre o louco mundo do trabalho no séc. XXI.

Jenny Blake (www.jennyblake.me) com apenas 20 anos de idade, interrompeu os estudos de Ciência e Comunicação Política, na Universidade da Califórnia, para ser a primeira funcionária de uma startup de sondagens políticas em Silicon Valley. Aí, a sua vida deu uma volta e ingressou na Google, onde ajudou a criar e a lançar um programa de formação global para gestores, chamado Guru de Carreira. Ao fim de cinco anos, mesmo com um emprego de sonho, Jenny sentiu que precisava de algo mais e deu uma nova volta à sua vida. Criou uma empresa própria de consultoria profissional e empresarial e tornou-se conferencista internacional.
Ao fim de vários anos como consultora e de conhecer inúmeros casos de clientes seus, e lembrando também o seu próprio percurso profissional, a autora reuniu em Dar a Volta (Vogais | 320 pp | 18,79€), todos os conhecimentos e métodos com que tem ajudado pessoas em todo o mundo a construir carreiras dinâmicas e sustentáveis, e, mais importante, a encontrar a felicidade profissional.

Independentemente da idade, do estilo de vida, do saldo da conta bancária ou do nível na carreira, estes são o tipo de desabafos que ouço de pessoas em busca de mais na vida, mesmo que tenham obtido sucesso profissional, de acordo com os padrões tradicionais. Muitas têm empregos perfeitos, em teoria, mas atingiram um ponto de estagnação e sentem uma vontade inexplicável de mudar. Podem estar a considerar dizer adeus a um salário robusto, encerrar ou dar início a um negócio por conta própria ou até mesmo ficar algum tempo sem trabalhar. Algumas sentem‑se insatisfeitas ou frustradas com o seu trabalho por outros motivos: evoluíram mais do que a posição que ocupam ou o negócio que têm, ou sentem‑se atraídas por uma nova área que se adapta melhor aos seus valores e interesses, na qual podem dar uma contribuição maior. Por entre a confusão e as dúvidas, uma coisa torna‑se clara: a sua forma de trabalho já não funciona. – Jenny Blake
​
DAR A VOLTA
Se tem o trabalho ou o negócio perfeito, parabéns. Mas se não está plenamente certo disso, está na altura de começar a pensar no seu próximo passo.
O emprego que tem deixou de ser um desafio? Ou nunca o foi? O que faz é apenas uma forma de sustento? Sente-se infeliz no trabalho? Sente mais cansaço do que entusiasmo? A vontade de mudar está presente, mas falta-lhe coragem? Ou simplesmente não sabe como o fazer? Se estas são questões com as quais se identifica, então está na hora de dar a volta.
Hoje, já não existem carreiras, mas sim percursos profissionais, que dependem muito mais das suas competências do que da empresa onde trabalha. Mas como podemos planear uma mudança profissional? De acordo com Jenny Blake, a resposta está em pequenos passos e não num grande salto. E a solução está bem mais perto do que julgamos.
Em vez de olhar para um futuro distante e tão desconhecido que apenas promove o receio, com Dar a olta vai aprender, passo a passo, a fórmula simples e sustentável para vencer esse receio e avançar com segurança rumo à felicidade profissional.
Eu defino dar a volta à carreira como uma concentração naquilo que funciona para se fazer um desvio significativo numa direção nova e relacionada. Dar a volta — como será designado ao longo do livro — é um processo intencional e metódico para orquestrar agil­mente mudanças de carreira quando atingem o ponto de viragem. Em geral, quando se fala em dar a volta numa mudança de es­tratégia empresarial, trata‑se de um Plano B: mudar de direção para salvar uma empresa de lucros reduzidos ou de uma previsão de­plorável. Dar a volta surge como resposta ao fracasso do Plano A, o objetivo original. Mas, no que diz respeito às nossas carreiras, dar a volta é o Plano A, e, no contexto dos nossos cargos e ao longo de toda a nossa carreira, é esta a nova normalidade. – Jenny Blake
 

Adotar uma dieta alcalina significa comer equilibradamente alimentos ácidos e alcalinos. A dieta ocidental moderna é fortemente baseada em alimentos formadores de ácidos. Sumos e Batidos da Cura Alcalina (Vogais | 144 pp | 15,49€), de Dr. Stephan Domenig, contém tudo o que precisa de saber para restaurar o seu brilho — uma limpeza simples de 7 dias e mais de 75 deliciosas receitas para todas as ocasiões, incluindo batidos de vegetais, chás reequilibrantes, sumos energéticos e shots nutritivos.

BENEFÍCIOS SURPREENDENTES DA LIMPEZA ALCALINA
A boa notícia sobre uma dieta alcalina é que o corpo responde rapidamente. Em apenas alguns dias, os benefícios serão percetíveis. Na verdade, grande parte do nosso corpo renova‑se a cada três meses. Assim, quanto mais se mantiver no percurso saudável, mais pleno de vida se irá sentir. Em apenas sete dias começará a ver e a sentir os benefícios da dieta alcalina. O seu corpo vai agradecer‑lhe.

1. VAI RECEBER OS NUTRIENTES DE QUE O SEU CORPO PRECISA
Repletos de vitaminas e minerais, vai consumir uma grande variedade de vegetais, fruta e ervas, cada um com o seu próprio conjunto de nutrientes.
2. PODE PERDER PESO
Os sumos, batidos, sopas e chás contêm os nutrientes de que necessita. Se cumprir o plano, vai ficar surpreendido com a quantidade de peso que pode perder, mesmo em apenas sete dias.
3. O SEU CORPO VAI DESINTOXICAR
Ao longo do tempo, o corpo absorve toxinas. Se a sua alimentação assenta numa dieta pobre, um dos efeitos secundários é que o seu corpo fica preguiçoso e não se purifica. As fibras contempladas nas receitas irão fazer esse trabalho.
4. VAI TER MELHOR ASPETO
Os seus amigos vão notar os efeitos da limpeza, talvez mesmo antes de si. Os seus olhos e a sua pele em geral ficarão mais brilhantes. Tudo graças ao facto de se ter livrado das toxinas que o seu corpo acumulou.
5. VAI SENTIR‑SE MELHOR
As receitas são de fácil absorção e asseguram todos os nutrientes de que necessita. Comer vegetais, fruta e ervas em líquido é a forma mais fácil de se certificar de que o seu corpo absorve os benefícios dos nutrientes de que necessita e sempre que necessita.
6. VAI FUNCIONAR MELHOR
À medida que o corpo recebe o que precisa, a mente e corpo funcionam melhor. A sua capacidade de raciocínio melhorará e sentir‑se‑a mais ágil e energético. As evacuações serão mais fáceis e não ficará inchado devido aos gases acumulados no organismo.
7. ESTARÁ FELIZ E HIDRATADO
A maior parte de nós não bebe a quantidade de água recomendada. Dois litros de água por dia é o mínimo — 3 seria o ideal. Beber o recomendado tonifica os músculos e torna as articulações mais flexíveis. É igualmente benéfico para os rins.
8. VAI APRECIAR AS RECEITAS
As receitas são saborosas, deliciosas e diversificadas, por isso vai querer experimenta‑las e inclui‑las na sua dieta.
9. O PLANO É FÁCIL
Não há nada neste livro que demore muito a ser preparado, pelo que ganhará tempo comparativamente com os cozinhados comuns. Os sumos e batidos apenas precisam, regra geral, de 1 ou 2 minutos para serem preparados, e nem mesmo as sopas são demoradas — devem cozinhar‑se rapidamente para preservar as vitaminas e os minerais. A limpeza facilmente se encaixa na sua vida agitada.
10. VAI ACHAR O PROCESSO ENTUSIASMANTE!
Experimentar algo novo é bom para a alma; descobrir uma nova forma de comer que o faça sentir fantástico é entusiasmante!

Neste plano, acaba por se dar conta de que não come tanto quanto comia antes — o que é bastante bom, porque quase todos nós comemos demasiado. O que se bebe tem elevada qualidade nutricional e, além disso, hidratar‑se com batidos, chás, sopas e água ajuda a limpar o organismo. Nós comemos muitos alimentos acídicos porque gostamos, claro. Mas as receitas deste livro vão ajuda‑lo a mudar o seu pensamento, ao perceber que os alimentos alcalinos podem ser igualmente deliciosos e gratificantes. - Dr. Stephan Domenig