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05/07/2012

Comentários leitura conjunta "Constantino Guardador de Vacas e de Sonhos" de Alves Redol




Rita
Constantino Cara-linda ou Cuco, é um rapaz de doze anos que vive em Freixial. Constantino que guarda vacas como todos os outros rapazes de Freixial, sonha. Sonha como todos os outros, mas o seu sonho não é nada de extravagante. Ele sonha em ser serralheiro de barcos e um dia, poder construir o seu próprio barco e ir rumo a Lisboa com ele. Constantino junta o real ao desejo sem abdicar de nenhum deles e guarda-os sempre consigo.
Esta história faz-nos perceber como os sonhos são muito importantes, podem até tornar-se reais com o poder da imaginação. Muitas pessoas diriam: “No meu tempo era assim…”. É verdade, mas no meu tempo, o de hoje, mesmo que não guarde vacas nem seja do campo ou tenha crescido num, tenho sonhos, todos temos. Sonhar é intemporal. Todos guardamos sonhos e poder viver uma vida no “mundo real” e outra nos nossos sonhos, num mundo que é só nosso, é um privilégio. Privilégio esse que temos conservado por milénios e que iremos conservar por muitos mais ainda.

Boas leituras! J

Paula T.
Constantino, uma criança de doze anos, vive numa terra pequena e humilde, onde todos se conhecem e inevitavelmente opinam mesmo quando não lhes é solicitado.
O seu nome é único na aldeia para orgulho dos pais e desgosto da Tia-Elvira que sonhava dar ao seu primeiro neto o nome do pai dela. Desejo este que a nora não lhe concedeu. O choque entre gerações havia sempre de se afirmar. Até as vindimas já eram escassas, pois os terrenos haviam sido comprados por gente rica com o objectivo de mostrar ostentosas casas (o mundo, sem dúvida, estava perdido, na opinião da Tia-Elvira).
Constantino, uma criança como tantas outras preferia brincar a ir à escola ou mesmo ajudar a guardar o rebanho. Os pássaros eram a sua distracção e alegria, porque também ele sonhava em voar e viajar até outras paragens, quem sabe até Lisboa.
E como o sonho comanda a vida e com Constantino, não havia de ser diferente, este constrói um bote feito de canas que o levará rumo aos seus sonhos, ou melhor, a Lisboa. Enquanto lá não chega, guarda o seu barco no estaleiro do seu coração.

Alves Redol mostra-nos uma aldeia pobre, onde as gentes são simpáticas e humildes, mas iguais a tantas outras nos seus usos e costumes. Usos e costumes que ainda permanecem por estas aldeias e cidades nos dias de hoje.
O sonho é uma constante ao longo de toda a narrativa. O sonho de uma criança, o sonho de tantos homens que outrora foram crianças e que também sonharam e conquistaram, mais não fosse nas noites de luar. Afinal a vida não vale de muito sem os nossos sonhos!
Gostei!

Luís Miguel Rodrigues
Este livro de Alves Redol parece reunir uma série de contos, sendo as personagens as mesmas em todos eles e em que o autor nos apresenta um retrato de uma pequena aldeia rural, do seu dia-a-dia, dos seus momentos mais importantes ao longo das estações do ano, tudo isto centrado num pequeno, o Constantino, o guardador de sonhos e de vacas. Esse retrato, nos olhos de uma criança assume outra dimensão pois a infância é muitas vezes sinónimo de pureza, verdade e simplicidade. Constantino é um menino pequeno, com pouco corpo para a idade mas comparado a um homem dada a sua maturidade precoce, querido por todos na aldeia. Como é natural nestas aldeias rurais, as crianças começam logo de tenra idade a ajudar a família nas tarefas domésticas. A vida agrícola não é fácil, o trabalho árduo nos campos e a criação de gado pouco mais dá do que para sustentar parcamente uma família. Constantino consegue, porém, conciliar as suas tarefas com as brincadeiras típicas das crianças da sua idade. Tem uma série de ninhos para cuidar, ele que se gaba de ter perto de cinquenta só dele. Também joga ao pião, fazendo torneios com os amigos, vai pescar ou tomar banho em pelota no rio, o Trancão, tão importante para a aldeia. No que diz respeito à escola, Constantino não gosta muito, considera um desperdício ter de decorar tanta ladainha, já para não falar nas reguadas da professora, com quem mantém uma relação tensa.

Embora vivendo com dificuldades, o Constantino não deixa de ser feliz, não deixa de sonhar. Vive em contacto com a natureza, com a sua família, com os seus amigos. O tempo que passa com o gado faz com que possa pensar em novos projetos, novas aventuras, os seus sonhos vão tomando forma. O Constantino gostava de ser serralheiro, não um serralheiro qualquer, um serralheiro de barcos. Um dia decide construir um barco com canas, um barco que lhe permita chegar a Lisboa. Constantino tem tudo programado, ele e o seu amigo Manel decidem que precisam de mais um braçado de canas para tornar o barco mais seguro. Na noite que precede a partida, Constantino tem um sonho fantástico, ele e o amigo já estão de viagem num barco mágico, a grande velocidade, o barco torna-se cada vez maior, a vela também cresce e esconde-os um do outro. Mal conseguem descortinar por onde passam ou onde estão, devem ter passado Lisboa há muito, ”eles devem estar, mais ou menos, ao pé do fim do mundo”.

O sonho derradeiro de Constantino personifica, quanto a mim, a luta inglória das gentes da terra em conseguir melhores condições de vida e que se vêm obrigadas a partir, a deixar tudo para trás pois é nas cidades que se consegue viver melhor. Os pobres e as pessoas que vivem com mais dificuldades não deixam de ser felizes, isso o autor deixa bem claro, porém, a realidade é dura e a fuga para as cidades é o único caminho para quem quer melhorar a sua vida. Este livro, cuja ação se passa nos anos setenta, não deixa de ser atual e as diferenças entre o litoral e o interior, o campo e a cidade são cada vez maiores.

Odete
Já li este livro há mais de 30 anos, pois onde morava na altura existia uma biblioteca ambulante que passava todas as semanas na aldeia, e que eu tanto ansiava o dia da sua chegada para entregar e levantar mais livros.Mas vejo agora que não soube apreciar a sua leitura como o fiz presentemente, teve outro impacto em mim sem dúvida alguma, o personagem principal fez-me recordar histórias que o meu próprio pai contava que tinha vivido em criança, as sua aventuras e peripécias de andar aos ninhos. Mas também trás-me recordações das minhas próprias brincadeiras.
O menino ingénuo, puro, sonhador que Constantino tão bem transparece cativou-me, sendo uma criança como as outras, na escola tem as suas dificuldades na aprendizagem, porque gostava mais de brincar a contar ninhos do que aprender o nome dos rios e dos reis. É num único rio que ele manifesta o seu interesse, pois sabe que o poderá levar ao "mar" em Lisboa.

Vamos acompanhando as suas aventuras, além de brincar ele tem responsabilidades é guardador de vacas, mas também vive com o sonho de ver o mar que gostaria de realizar, e é esse sonho que lhe transmite a sua vivacidade e o interesse pelas coisas e quem sabe um dia o consiga concretizar.

Recorda-nos também tempos de pobreza, gente simples, que pouco tinham no dia a dia para viver,  os "ditos" dos mais antigos que cheguei a ouvir da boca da minha avó tantas vezes como por exemplo: "Esta a chover e a fazer sol: Estão as bruxas a fazer pão mole" e tantos outros que ouvia, também as vizinhas "cuscas" que ralhavam por tudo e por nada e contavam logo às mães quando se portavam mal.
Mas mesmo neste meio de miséria a lição que tiro daqui é que no fundo eram crianças felizes.
Em suma um livrinho que todos devíamos ler, gostei sem dúvida de recordar esta leitura.

Ângelo
Constantino um rapaz do campo tem um sonho mas por enquanto não deixa de ser um guardador de vacas que sonha em concretizar esse sonho, sonho que lhe comanda a vida.
Um livrinho muito simples que nos coloca numa infância perdida nestes tempo de modernidade, numa infância de "liberdade", embora pense que hoje em dia os nossos jovens tenham mais liberdade (para isso hão lutado os nossos ascendentes) "física" também é verdade que conseguimos encurrala-los nos nossos medos "psíquicos" (alguns com razão), já Constantino o nosso guardador de vacas tal como alguns de nós, tinham uma enorme pressão sobre si, recaia em si uma responsabilidade que hoje é amputada aos jovens, mas aqueles momentos de liberdade, de despreocupação, longe de tudo sozinho com o mundo, esses momentos valem ouro nos dias de hoje.
É este fascínio pela liberdade, pela amizade, pela fantasia que torna este livrinho num marco de referência nacional, está aqui a vivência da puberdade dos nossos ascendentes a vida como ela era, na sua forma mais bonita, mais prazenteira, mas ninguém pense que era este constante mar de rosas que se vivia pela altura, falta neste conto o lado negro desses tempos para tornar este livro num grande romance.

Com uma linguagem simples, bela, erudita, Alves Redol cativa-nos num conto roubado às nossas memórias.

Manuel
Constantino Guardador de Vacas e de Sonhos é um livrinho ingénuo, puro, transparente, apaixonado. Alves Redol, um dos maiores vultos da literatura portuguesa do século XX apresenta-nos aqui um dos exemplares mais puros do neo-realismo português, no seu estado mais puro e naif.
Constantino é um menino como qualquer outro. Frequenta a escola primária, é inteligente mas prefere contar ninhos em vez de saber de cor os afluentes do Mondego ou do Guadiana. O único afluente que lhe interessa é o Trancão, que no seu sonho o levará ao Tejo e ao grande Mar. Constantino guarda vacas como quem guarda sonhos, transportando-os numa alma risonha que encara o futuro com aquela nuvem de sonhos que só a infância nos pode oferecer.
Para quem, como eu, cresceu no campo, ler este livrinho é uma bela viagem à infância; ou melhor, ao que de mais belo tem a infância no campo: os ninhos que se contam e cujo segredo se guarda como tesouro, o trepar às árvores como quem do alto vê o futuro, as aventuras no rio onde se aprende a nadar à custa de sustos e goladas de água, as travessuras nos quintais e, acima de tudo, aquele viver irmanado com a natureza, com os pássaros, as plantas, os animais domésticos, etc.
Nem a impiedosa palmatória, nem as más condições da vida no campo, impediam Constantino de ser feliz. Porquê? Porque ele tinha um sonho. Não interessa se o realizou; não interessa sequer se era realizável; o importante é que o guardou. Assim, por detrás de uma narrativa aparentemente ingénua, Alves Redol transmite-nos uma mensagem que devemos reter e recordar sempre: o sonho é que nos guia; o sonho é que nos faz viver.
Em resumo, um livrinho imperdível, de leitura muito agradável, numa linguagem simples do povo que somos nós; um testemunho cristalino das raízes mais profundas de onde todos nascemos: da terra-mãe.

18/02/2012

O Cão dos Baskervilles




Opinião:
Estava Sherlock Holmes em casa com o seu companheiro e amigo Dr. Watson quando recebe uma inesperada visita de um tal médico, Dr. Mortimer. Dr. Mortimer era amigo de Sir Charles Baskerville. Ora, certo dia Sir Charles aparceu morto na charneca e Dr. Mortimer associou essa morte a uma lenda antiga, que assombrava todos os Baskervilles. Mas, Holmes apenas se baseia em factos reais e não em lendas, então manda Dr. Watson para a charneca com Dr. Mortimer e o próximo herdeiro da fortuna dos Baskevilles, Sir Henry. Assim vão os três para o ‘local do crime’ onde watson vai investigar tudo, enviando sempre relatórios ao Holmes para que este fique a par de todos os acontecimentos. Mas será que tudo irá correr normalmente? Será que é mesmo um cão gigante que assombra a família? Será que tem mão de humano ‘metida’? Ou será que é o primeiro mistério que holmes não irá resolver? Queres saber a respostas a todas estas perguntas? Só tens uma opção: lê!

Eu gostei muito deste policial, pois nos mostra a esperteza espectacular do famoso Sherlock Holmes, gostei também devido ao enredo que nos surpreende de cada vez que abro o livro e leio! Este livro mostra-nos também um amor improvável e como qualquer outro livro policial mostra-nos os detalhe que por mas pequenos que sejam são bastante importantes para que tudo dê certo! Um livro de cerca 180 páginas para todos aqueles que gostem de ler!

01/01/2012

O Mistério das Cartas Anónimas

Em Peterswood, os Cinco Descobridores e o Seu Cão (Luís, Filipe, Gordo, Guida, Bé e o cão Pet) descobrem recentemente que alguém mandou uma desagradável carta anónima à Gladys (a ama de Filipe).
Ao seguir várias pistas descobrem que não foi só a Gladys que recebeu a tal cruel carta. Até o Sr. Goon, o polícia mais irritante do mundo!
Na lista dos suspeitos está a Sra. Tittle, o exêntrico Abelhudo… Mas quem será? Será um problema sem solução? Para os Cinco Descobridores e o seu Cão, todos os problemas têm solução!
Este livro é muito fácil de ler, mas gostei dele, especialmente, porque é muito difícil, ou até impossivel, descobrir o culpado até acabar o livro!
Na parte final de certeza que toda a gente que leu ou que vai ler, ficou surpreendida ou vai ficar. Para achar a solução é necessário ser-se muito astuto, como as personagens foram!

Boas Leituras :)

03/10/2011

O Mistério da Casa Queimada - Enid Blyton


Estavam todos muito sossegados em Peterswood, quando um anexo à casa do Sr. Hick (ou Sr. Hiccup, como os Cinco descobridores lhe chamam) começou a arder. Ora Luís, Bé, Filipe e Guida foram ver como podiam ajudar a apagar o fogo e foi aí que conheceram Frederico, um rapaz gordinho que se tinha mudado para Peterswood há pouco tempo. Primeiro acharam o Frederico muito convencido, mas ao saberem que se o Frederico entrasse, o Pet (O cão do Frederico) também podia entrar, reconsideraram. E assim se formaram Os Cinco Descobridores e o Seu Cão!
Só que a parte mais difícil ainda estava por fazer: Descobrir quem queimou o estúdio do Sr. Hiccup. Mas, com as pistas que descobrirão e os factos que procurarão eles descobrirão. O mais importante é descobrir o culpado antes do Arreda ou Sr. Goon, o polícia mais irritante do mudo!
Eu acho que ninguém conseguirá descobrir quem é o culpado antes de acabar de ler o livro todo, ninguém desconfia!
Este livro está muito bem feito e pequeninos detalhes valerão imenso para estes Cinco Descobridores e o Seu Cão!

14/09/2011

Terra Sombria - Alyson Noël




“Ela acreditava que ele era o seu destino - mas, e se o destino tiver outros planos?”








Depois de tomar um enorme e errada decisão, Ever e Damen, não se podem tocar, caso contrário, Damen morre, indo para a Terra Sombria. A Terra Sombria é um lugar para onde vão as almas daqueles que são eternos. É um lugar escuro e misterioso, onde essas almas ficarão assim suspensas para toda a eternidade. A Terra Sombria, como é descrita aqui neste livro, parece-me um lugar onde ninguém gostaria de estar, um lugar horrível e muito solitário.
Entretanto Ever tenta roubar o antídoto a Roman, o provocador de tudo isto, mas não consegue. Por isso Ever mergulha na magia e conhece Jude, um surfista que a vai ajudar na magia. Mas, mesmo tendo-se conhecido há pouco, Ever acha-o muito familiar.
Para piorar a situação Damen decide ficar afastado de Ever, para ela poder escolher o seu destino, mas ela já o tem defino. Aqui Ever sente-se imensamente sozinha e vazia.
Mas Roman quer destruir a vida deles e, quase no fim do livro, dá de beber a Haven, a melhor amiga de Ever, um chá que é mortal e Ever tem de escolher entre dar o antídoto, a Haven, para que ele sobreviva e tornar-se eterna, ou ficar com o outro antídoto, que vai fazer com que Damen e Ever se possam tocar outra vez. Damen acha que Ever deve deixar Haven morrer porque não a quer sujeitar à Terra Sombria e Ava também acha o mesmo. Mas Ever sente-se muito indecisa.
Eu gostei muito deste livro, porque, como em todos os outros, a escritora descreve tudo tão detalhadamente que parece que é o leitor que lá está. A minha personagem preferida é Ever porque ela tem poderes que qualquer um gostaria de ter e porque ela consegue saber como é que as pessoas se sentem, não só a partir do seu poder de ler as auras (estado de espírito das pessoas), mas também através do olhar das pessoas.
Acho que esta colecção, mesmo sendo de literatura fantástica e, por isso, muitas pessoas não gostam, acho que quem lê esta colecção, gosta do que leu.

27/08/2011

Lua Azul - Alyson Noël



 Nesta continuação do primeiro livro da série “Os Imortais” de Alyson Noël, quando tudo parecia perfeito, como um conto de fadas, e Ever começa a aprender a dominar os seu poderes com Damen, aparece Roman. A princípio Roman parece muito simpático, mas as aparências iludem.
O pior é que de um dia para o outro Damen torna-se no seu oposto: cruel e frio, aliás toda a escola fica estranha e os amigos de Ever: Miles e Haven afastam-se dela, ficando sem amigos.
Ever sente-se sozinha e com os conselhos e amizade de Ava, que em tempos não confiava nela, mas nesta terrível situação ela era a sua única esperança. Ever viaja até um mundo completamente espectacular chamado Summerland. Summerland é um mundo onde não há tempo e todos conseguem fazer aparecer o que bem lhes apetecer, mas que Damen avisa que pode ser muito viciante, e percebe-se porquê. Mas lá existe um Templo que pode proporcionar a única maneira de salvar Damen. Aí Ever descobre que existe uma data em especial, que vai descobrir, mais uma vez com a ajuda de Ava. Esse momento tem o estranho nome de Lua Azul* e será a única maneira de voltar atrás no tempo. Se este lugar fosse verdadeiro acho que qualquer pessoa queria ir lá.
Mas Ever está indecisa em voltar atrás, para o tempo em que a sua família estava viva e evitar que o acidente que os matou ou então continuar no presente e salvar Damen.
O final surpreende a todos porque ninguém adivinharia que teria um fim assim e é esse final que prende os leitores a lerem o volume seguinte, porque só vai ficar explicado no 3º volume. Muitas dúvidas vão aparecer!
Os momentos finais são, sem dúvida, os mais surpreendentes e os de maior suspense (pelo menos nesta série)
Boas Leituras.

 *Lua Azul é um momento, que a autora descreve como sendo uma noite em especial em que a Lua Nova aparece azul e se confunde com o céu.


24/08/2011

Eternidade - Alyson Noël



Depois de perder os pais, a irmã e o cão num acidente de carro, Ever Bloom vai viver com a sua tia. Trata-se de um inicio dramático, mas com uma descrição impressionante e muito pormenorizada!
Mas a partir do acidente Ever, consegue ver as auras (o estado de espírito das pessoas), ler os pensamentos e saber a história de vida de qualquer pessoa através de um simples toque. Desta parte eu gostei bastante porque também eu às vezes gostava de ler os pensamentos das pessoas, mas só desde que o pudesse controlar. Se calhar este é um sonho de qualquer pessoa…
Ever é vista como uma anormal na sua escola onde conhece os seus únicos amigos: Haven e Miles, e conhece também Damen, a única pessoa que consegue silenciar os ruídos que invadem a sua cabeça. Damen é um rapaz simpático, bonito e é seu colega de turma.
O que ela não sabe é que Damen é Imortal e que desde há 400 anos que ele a procura mas sempre em encarnações diferentes.
Mas Drina, uma Imortal Renegada, tem vindo a matar Ever ao longo desses mesmos 400 anos. Esta parte é a que eu achei melhor porque Ever vai lutar contra ela, numa espécie de luta do bem contra o mal, que deixa sempre empolgado qualquer leitor. Conseguirá Ever derrotar a maligna Drina? Conseguirá o bem derrotar o mal?
Após o desfecho desta luta fica tudo em suspenso para o segundo volume desta saga: "Lua Azul"
Afinal, o que será que vai acontecer a seguir?

24/04/2011

Diário de um Banana 4



Resumo:

Finalmente chegam as férias de Verão e Greg tenciona ficar o Verão inteiro em casa a ver televisão e a jogar videojogos. Mas a sua mãe não irá permitir isso e vai fazer de tudo para que Greg saia de casa e passe tempo com a família ou passar mais tempo com o seu pai.
Greg não gosta muito da ideia, então faz com que sair de casa valha a pena, como por exemplo: fundar uma empresa de cortadores de relva V.I.P para ganhar dinheiro ou ficar o dia inteiro debaixo da cadeira da nadadora-salvadora, que está no liceu, para tentar impressioná-la.
Será que estes planos todos servirão de alguma coisa? Que conseguirá ele tirar proveito destas férias "em família"?

Opinião:

Eu já li todos os livros do Diário de um Banana e sempre gostei das história e este volume não foge à regra.
Esta colecção toda dá para passar uns bons momentos a rir, mesmo que seja uma pessoa que nunca se ri : P
O Greg é um rapaz que não é lá muito esperto nas decisões e nos actos que faz, o que torna esta colecção ainda mais interessante porque nunca se sabe o que irá acontecer, pois acontece sempre o menos provável, ou seja, o pior que pode acontecer a Greg, acontece.
Aconselho a todos ler este livro porque em todas as idades se deve ter um tempo para ler e dar umas boas gargalhadas... : P
Boas leituras, e espero que leiam este livro, porque vale muito a pena! : D

22/04/2011

As Pedras do Sol - Francisco José



Resumo:

Vasco, uma criança, vivia com Henrique seu pai. Vasco perdera a sua mãe, que tinha falecido.
Como Henrique e Vasco não passavam muito tempo juntos, Henrique decidiu ir para a ilha onde sua mulher tinha nascido e onde a tinha conhecido, a Ilha Dourada.
O avô Cristóvão, pai da mulher de Henrique, não gostava muito de Henrique porque culpava-o da sua filha ter morrido.
Quando chegaram à ilha repararam que uma neblina escura cobria toda a ilha. Por causa dessa neblina a maior parte dos habitantes queriam fugir dali, até o próprio presidente.
Foram para a papelaria do avô Cristóvão, e depois de jantar ouviram um barulho lá fora, dirigiram-se para lá. Quando lá chegaram viram que estavam a ser atacados por um galeão de fantasmas, e que apenas iam embora quando a luz do dia voltasse.
Cristóvão contara uma lenda a Filipa (sua outra filha) e Henrique, uma história sobre três pedras que tinham um poder maléfico, que se caíssem nas mãos erradas seriam possuídos por esse poder. Eles teriam de as recolher para poderem acabar com os ataques e com a neblina.O que terão de fazer para as descobrir? Onde estarão? O que acontecerá depois? Quem conseguirá salvar a ilha do poder maléfico? Basta leres para saberes!

Opinião:

Eu gostei deste livro porque aquela família, não muito unida, juntou-se para poder salvar a ilha e passam por mil e uma aventuras.
A minha personagem preferida foi Henrique, porque é um pai que gosta muito do filho, embora com o trabalho, não tenha tempo para estar com ele, mas com a ajuda da família irão poder ficar muito unidos e recuperar o tempo perdido.
As aventuras que eles vivem têm muita fantasia, o que torna o livro ainda mais interessante de se ler, porque quando se começa a ler, apetece-te ler todo o livro para saber o final.
Qualquer um pode ler este livro porque é muito fácil de se ler.
Boas leituras : )

19/04/2011

A Senhora da Fonte

 

Resumo:

Catarina e Bernardo viviam com a sua mãe, mas o seu pai estava desaparecido em combate. Então a sua mãe foi à procura dele e deixou Catarina e Bernardo com a avó Henrieta que eles mal conhecem. Um dia Henrieta ofereceu um livro a Catarina, o Livro dos Sonhos. Mas porque será que a sua avó lhe terá oferecido este livro? E o que terá este livro de especial? A verdade é que tudo aqui faz sentido e este livro escreve sozinho, basta escrever algo numa página e na outra a sua resposta é escrita sozinha. Mas porque será que é Catarina que o tem? Para que servirá? O que terá de tão importante na vida de Catarina e Bernardo? Catarina, Bernardo, Sarai, Archangel, Joaquim, Sérgio e Dorian irão descobrir e tu também se leres o livro…

Opinião:

Este livro é simplesmente especial. Acho que o texto está magnífico porque tem mistério e aventura que qualquer pessoa gosta de ler, até mesmo os mais preguiçosos. Pode ter palavras que não compreenda, mas assim aprendo sempre palavras novas (e muitas :P). Eu gostei muito da personagem Joaquim, porque pode parecer um louco, mas tudo o que ele diz é simplesmente maravilhoso, mesmo a maior parte das pessoas acharem que ele é um “avariado”, porque pode parecer que não diz coisa com coisa, mas tudo o que ele diz faz sempre sentido. Mas também gostei das outras personagens porque sem elas não havia história, mas esta foi a que me chamou mais a atenção. Este livro deve ser lido por todos os que possam porque toca na alma de todos…

16/01/2011

O Fantasma de Canterville - Oscar Wilde 4ª leitura conjunta do blogue

Seguem-se os comentários da nossa 4ª leitura conjunta sobre o conto de Oscar Wilde "O Fantasma de Canterville".
Atenção os comentários contem spoilers!
Comentário da Rita:
Eu achei este conto muito divertido porque nunca tinha lido um livro em que o fantasma fosse o personagem bom, de quem nós temos pena e com quem simpatizamos. No castelo dos Canterville vive um fantasma desde 1536. Ele já tinha aterrorizado muitas pessoas e provocado muitas tragédias. Mas agora são os humanos que vão aterrorizar o fantasma e não o contrário. É por isso que este livro é tão divertido. A minha personagem preferida é Virgínia, a menina de 15 anos que tem pena do fantasma e vai protegê-lo das partidas que os irmãos lhe pregavam. Nascia assim uma bela amizade. É um conto que se lê sem esforço porque não conseguimos abandonar a leitura enquanto não ficamos a saber o desfecho e o destino do fantasma. Será que ele vai conseguir vencer os humanos ou será que os humanos o vão desesperar sempre?
.
Comentário da Di: I liked the story of The Canterville Ghost for its humour and for Wilde’s fascination of the macabre. The old English country house has all the elements of the traditional haunted house. I like the fact that we have an American family in a British setting; it just makes it funnier when the author sets up one culture against the other. His characters are stereotypical ones that represent England and the United States. The ghost of Sir Simon misunderstands the Otis’s, who have moved into the English country house. This is one of the ways Wilde pins these characters against each other, emphasizing the differences in culture between England and the United States. I like how the story reverses situations, like when the Otis family succeeds in terrorizing the ghost rather than being terrorized by Sir Simon. And the story is told from the perspective of the ghost, rather than the occupants of the English country house. Even though the story is quite funny, Wilde also seems to include a message in this tale. The fifteen year old Virginia is the one who claims that the ghost helped her see the significance of life and death. The ghost taught her that love is stronger than life and death. Virginia tells her father that God has forgiven the ghost, and in the end it is this forgiveness that allows the ghost to rest in peace. I hadn’t gotten around to reading this story before, but it was a fun read. Wilde manages to successfully mix comedy with the macabre, mixing elements of traditional English ghost stories with American consumerism symbols. .
Comentário da Paula:
Oscar Wilde, brinda-nos com um conto bastante divertido em que todos os personagens intervinientes causam-nos um sorriso. São personagens especiais que rapidamente se tornam amigos de quem lê este conto, inclusive o fantasma, pelo qual nutri um carinho especial. É de notar toda a crítica durante o conto à sociedade Americana, uma crítica característica de Wilde. Passando à história em si, Otis um diplomata americano, compra o Castelo de Canterville, para ir lá viver com a sua família: a sua mulher Lucrécia e os seus quatro filhos, Washinton de 18 anos, Virgínia de 15 anos e os gémeos de 8 anos. Durante a compra, Otis é alertado para o facto de “viver” um fantasma na casa, um fantasma que faz parte da família Canterville (Simon Canterville) que em tempos matara a sua bela esposa e prova disto é a mancha deixada na sala de jantar.
A família não se importando com o fantasma, nem acreditando muito em semelhante mito compra o Castelo e muda-se para lá. Então, as peripécias começam entre esta família e o nosso fantasma Simon. Pois estes americanos ainda iriam arreliar bastante este pobre fantasma e lhe dariam conselhos sobre como olear as suas correntes para minimizar o barulho nos corredores aquando das suas saídas nocturnas. Simon (o fantasma) começa a ficar deprimido e impotente no que respeita às suas partidas. Virgínia apercebendo-se da apatia deste, decide intervir junto de Simon e começa então a compreendê-lo, emocionada esta menina de 15 anos chora e a sua compaixão finalmente liberta este ser que já deveria estar a descansar há muito. .
Comentário do Manuel: “Venho de um país moderno em que o povo tem tudo o que o dinheiro pode obter”. Assim falou o embaixador americano quando comprou a propriedade dos Canterville, com o fantasma incluído. O espírito divertido dos americanos parece ser, neste conto, uma crítica de Wilde ao carácter sorumbático dos ingleses. Convencidos da sua superioridade, os americanos, a família Otis, julgam tudo comprar com o seu dinheiro. No entanto, o sangue da Lady Canterville assassinada há 3 séculos, parece resistir ao infalível sabão Pinkerton (americano, claro está) e continua a manchar o soalho do salão. Por mais que o lavassem, ele sempre reaparecia. E foi assim que Mr. Otis começou a acreditar em fantasmas. Afinal, era bom não ser dogmático nestas coisas… E quando o terrível fantasma, feio, medonho, arrastando correntes e com olhos de fogo, lhe apareceu à frente, Mr. Otis ficou preocupado apenas com o barulho que as suas correntes faziam. Ofereceu-lhe um belo lubrificante americano e assim estaria o assunto resolvido. Isto não é coisa que se faça a um fantasma honrado, obviamente. O americano acabara de indignar o pobre espírito. E pior ficou quando as crianças do americano, uns pirralhos, lhe atiraram, divertidos, almofadas à cabeça. Pior que isso. Aos poucos, o fantasma ia-se sentindo aterrorizado por aquelas crianças assustadoras! Logo assustarem-no a ele, que durante mais de 300 anos aterrorizara tantas gerações de Cantervilles! Ele estava agora a tornar-se alvo de chacota por parte da família Otis! Perante esta situação desesperada e assustadora, como irá reagir a nossa alma penada? E a jovem Virgínia, a filha dos Otis, menina dócil de 15 anos, terá um papel decisivo na vida do pobre fantasma. Como? Queira o leitor ler o conto e decerto não se arrependerá. As gargalhadas são garantidas. Mas também um estranho sentimento de piedade para com o azarado fantasma. Afinal de contas, enfrentar uma família americana é tarefa árdua até para um fantasma com 300 anos de experiência.
. Comentário do Ângelo:
Uma família norte-americana decide comprar o castelo de Canterville nos arredores de Ascott, Inglaterra, mesmo com as insistentes, advertências do próprio lorde de Canterville em os avisar que o castelo era assombrado pelo fantasma de um antigo parente seu, o fantasma de Simon Canterville. A família norte-americana Hiram B. Otis (Pai) e Lucretia R. Tappam (Mãe), até acharam que seria bom o castelo ter um fantasma. Este casal tinham quatro filhos os gémeos (mais novos), Virgínia E. Otis (a filha do meio) e Washington Otis (o mais velho). O fantasma bem tentou assustar esta família, mas a sua singularidade e descrença levaram o fantasma ao desespero, os gémeos passam a fazer ao fantasma aquilo que ele lhes tentou fazer mas nunca consegui, assim os gémeos passam a assustar o fantasma este fica aterrorizado com as partidas dos gémeos e deixa de assustar as pessoas. Torna-se um fantasma angustiado, que vive com medo. Certo dia a jovem Virgínia encontra o fantasma Simon e fica a saber que existe a possibilidade de libertação deste fantasma, um coração puro pode libertar Simon, e assim aceitar ajudar o fantasma Simon nessa tarefa. Um conto repleto de fantasia, muito divertido, Wilde ironiza no contraste das sociedades a antiga e nobre Inglaterra cheia de preconceitos, com a juventude da sociedade americana, ricos quererem ser nobres e de valores morais bem mais superficiais, onde a desconhecido é uma aventura. Os pormenores do retrato da sociedade norte americana chegam-nos com pormenores como os nomes das personagens, quase sempre constituídos por três nomes sendo o do meio sempre uma letra (ponto). A pureza do coração das crianças contrasta com os pecaminosos corações adultos, esta relação é explorada por Wilde, e toca ao de leve um chamamento para o rumo da sociedade

24/12/2010

Vicent Van Gogh e as Cores do Vento - Chiara Lossani e Octavia Monaco

Resumo:
Vicent vive com seu irmão, Theo, e com os seus pais.
Todos pensavam que Vicent era um vagabundo, pois andava sempre mal vestido e com as suas telas e tintas às costas.
Ele era desprezado por todos e o seu único amigo era o vento, mas hoje é um dos homens mais famosos de todo o mundo e todos admiram as suas pinturas.
Opinião:
Este livro fala da vida de Van Gogh, mas de uma maneira dedicada para as crianças.
Eu gostei de ler o livro. É prosa mas é de tal maneira contada que parece poesia.
É para crianças mas acho que é um livro que todos podem ler.

01/11/2010

Rosa Minha Irmã Rosa

Resumo: Mariana era filha única até que um dia nasce na sua família uma menina, chamada Rosa. Mariana ao princípio achava que a Rosa iria dar muito trabalho, o que na até foi verdade. Fralda para aqui, fralda para acolá, bibrões para aqui, bibrões para acolá, andavam todos nua grande tensão entre eles e não paravam um minuto no dia. Mas com o tempo, Mariana percebe que até a sua irmã Rosa possa vir a trazer bastantes alegrias. No fim Mariana aceita a sua irmã tal como ela é pois uns anos atrás ela era igualzinha à Rosa. Opinião: Este livro ensina-nos que devamos aceitar os outros pois somos todos iguais. Eu gostei muito desta história, mas demorei muito tempo a lê-la porque tenho tido muito que estudar, mas acho que no final de tudo acho que até valeu a pena o tempo que o levei a ler. A sequência deste livro é o "Lote 12-2º Frente" que li antes deste e que também tem uma história muito linda como esta, que deviam ler. Boas leituras.

06/10/2010

Cinco Tempos, Quatro Intervalos

Resumo:
Uma menina gordinha chamada Dulce encontrou sete gatinhos na escola, quase afogados, e por isso faltou a uma das aulas por isso. Mas há um pequenino problema que a põe muito triste: os pais não a deixam ter nem sequer um gato em casa e a Dulce gostou muito de um gato todo cinzento. Haviam três pretos, três pretos e brancos e um cinzento e Dulce ficou com um amor ao gato cinzento. Será que vai consegui convencer os pais?
Opinião:
É uma história triste porque Dulce é gozada por todos por ser um pouco mais gorda que o normal.
Eu acho que a autora do livro, Ana Saldanha devia continuar a história para contar o que aconteceu aos gatos se ela ficou com o gato ou não...
Mas até gostei de ler a história.
Boas Leituras! :D

05/10/2010

Lote 12-2º Frente - Alice Vieira


Resumo: Mariana é uma menina de doze anos que vive num apartamento alugado, mas que numa noite a mãe diz-lhe que se vão mudar, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Mas Mariana não concarda em se mudar pois ela viveu doze anos naquela casa e gosta tanto dela como se fosse dela, o que não é porque é alugada. Quando Mariana chega á sua casa nova e dela, pois os pais vão comprá-la e não aluga-la, sente que a casa não é dela. Ela diz que não cheira a ela nem a ninguém da família, cheira sim a tinta, achão encerado... A sua irmã, Rosa, não se importa, mas até ajuda a que a casa seja mais de "gente". Mariana sente que deixou algo importante para trás e que as novas pessaoas que irão alugar a sua antiga casa terão já lá memórias e recordações, enquanto que naquela casa, lote 12-2º frente, não há nada apenas tinta nova, chão novo, paredes novas... Mas Mariana ao longo de meses e meses a conviver com os vizinhos, vai começar a aprender a gostar daquela casa e com o tempo o lote 12-2º frente irá cheirar a "gente" e irá entrar no coração daquela feliz família! Opinião: Eu gostei muito desta história, talvez até a história que eu gostei mais, pois ensina-nos a gostar e a aprender que a vida muda e anda para a frénte e nós também temos que andar. Esta história sem dúvida devia ser lida por todos: Crianças, adolescentes, adultos, idosos, todos pois tenho a certeza que todos os que lerem irão gostar. Espero que leiam e que gostem tanto quanto eu gostei!!! Boas Leituras!!!

04/10/2010

Diário de uma Totó - Rachel Renée Russel

Resumo:
Nikki é uma adolescente problemática, que entrou numa escola onde as raparigas mais fixes e populares lhe fazem a vida negra!! Mas com a ajuda de duas amigas fantásticas ela conseguirá ultrapassar tudo e mostrar que é muito melhor que todas as populares juntas e que pode ser até mais popular que elas.
Opinião:
É um livro muito engraçado que fala um pouca da vida "miserével" de uma adolesecente. É um livro que recomendo para adolescentes e crianças. Este livro mostra que com as amizades tudo se pode resolver, pois a amizade vence todas as barreiras!!!

25/09/2010